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Adeus, Casamento de Aparências

Capítulo 3 

Palavras: 710    |    Lançado em: 08/07/2025

tornaram mi

austo, mas minha mente era um turbilhão. As palavras de Marcos, a imagem do meu filh

es, uma pressão surda atrás dos olhos

rar um médico. Fui ao hospital, o mesmo onde perdi me

a clínica neurológica, ouvi uma

surpresa de

riso de escárnio. Ela usava um vestido caro e jo

aqui? Veio fazer um check-

ão era dir

a de enxaquecas" , respond

ou, a voz alta o suficiente para que as pessoas ao redor ouvissem. "Você devia s

i como um soco no estôm

apareceu. Ele correu na direção de Cami

Eu vim assim que você l

olhou

l-estar. Mas encontrei sua esposa aqu

mim. Sua expressão não era de

está fazendo aqui? E

u com força. Para ele, minha do

de cabeça" , expl

? Eu não tenho tempo para essas suas frescuras, Luana. Vamos, Camila, vo

braço de Cami

do ombro, "espere aqui. O motorista vem te bus

atando-me como uma criança, um pr

go que ele mesmo tinha mat

leva

eocupar, Marcos. Eu

u, surpreso

você d

Eu sei ir para casa sozinha. N

estava acostumado com minhas lágrimas

de birra. Sent

rta e simples

um sorriso divertido no rost

voltar para casa sozinha, deixe. Talvez

u para mim, esperando que eu cedesse, q

tive meu o

, derrotado pela minh

quiser. Mas não me li

mã, caminhou pelo corredor em direção à

colheu.

tinha me culpado pela morte do nosso filho, ele

la primeira vez em muito tempo, eu

i al

oluta de que minha

a, em direção a uma vida onde eu n

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Adeus, Casamento de Aparências
Adeus, Casamento de Aparências
“Hoje era nosso oitavo aniversário de casamento, e Marcos me deu um broche de camélia barato. "A camélia combina com você, Luana" , disse ele, com um sorriso sem calor, me chamando de "simples e discreta" . Eu via o broche sem graça na minha mão e o luxo da nossa mansão; o contraste era cômico. Naquele exato momento, decidi que era hora de acabar com tudo: "Marcos, precisamos conversar." A impaciência tomou conta do rosto dele, revelando o desprezo habitual. Então, a porta se abriu, e Camila, a irmã dele, entrou, lançando veneno com um sorriso falso. Ela sussurrou que eu tinha "mãos ásperas como as de uma faxineira" , e Marcos me ignorou, como sempre. A raiva subiu pela minha garganta, um gosto amargo e familiar, e eu disse as palavras que ecoavam no meu coração: "Eu quero o divórcio." Camila fingiu surpresa, mas Marcos apenas riu debochado, tirou um cartão de crédito e jogou na mesa. "Compre o que você quiser. Mas pare com esse drama, ok? Estou cansado." Ele tentou me comprar de novo, mas o dinheiro dele não me compraria mais. Eu recusei, mas ele zombou da minha origem humilde, dizendo que eu não duraria uma semana fora daquele "bairro imundo" . Meu filho, Léo, de cinco anos, desceu as escadas e, em vez de vir para mim, correu para os braços de Camila. Marcos disse, com um sorriso cruel: "Até o Léo sabe quem cuida bem dele. Camila é mais mãe para ele do que você jamais foi." Aquelas palavras foram a gota d' água da dor que eu vinha engolindo há anos. Com uma calma assustadora, eu olhei para ele e revelei a verdade mais dolorosa: "Eu não fui uma boa mãe para ele, porque nem tive a chance de segurá-lo. Eu o perdi no chão frio do banheiro desta casa luxuosa. Sozinha." O sorriso de Marcos congelou, o ar ficou irrespirável, e eu chorei a dor do nosso filho perdido, que enterrei sozinha, longe dos olhos dele e de todos. Naquele hospital, onde ele me culpou pela nossa perda, ele escolheu a irmã, me abandonando novamente, mas a dor se transformou em alívio. Senti a certeza de que minha decisão era a certa.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10