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Entre Dor e Triunfo

Capítulo 3 

Palavras: 868    |    Lançado em: 08/07/2025

ívio por deixar aquele lugar de dor para trás, terror

a cena que encontrei

e fast food sobre a mesa de centro, e roupas espalhadas pelo chão d

a, como se sempre tivess

ada além de uma das camisetas de Lucas, que mal cobria suas

lsamente doce. "O Lu me disse que você não est

elo com uma toalha. Ele viu meu olhar

ella teve um vazamento enorme. Ela vai ficar aqui por un

erou por um

o os braços em volta do pescoço dele e

os crianças, que eu caí da bicicleta e ele me carregou nas cos

um desafio em seus olhos. Ela roçou a mão no peito de

amigos, quase irm

o dela, que impregnava a casa, com a dor persistente no meu corpo, me deixou en

re a lixeira ao lado do vaso sanitário. A tampa estava entreaberta. E lá d

e preservativo.

Eu vomitei na pia, esvaziando o pouco q

Era Lucas, com uma expressão

ê está bem?

dele, os olhos cheios

ia estar aqui, eu sou um fardo. Acho melh

corpo tremendo em uma at

claro que não. Você não fez nada de errado.

cima do ombro dela, o o

culpas a e

. "Pedir desculpas? Vo

"Você a fez chorar. Você está estragando tudo c

s a essa..." , comecei a di

você pedir

o. A raiva em seu rosto era assust

e, apesar do medo que começav

e agarrou pelo braço, a força de

tar, Sofia. E vai aprender a re

ando pela sala, em direção ao pequeno quart

você está fazen

curo e me empurrou para dentro. O lugar era aper

sar no que fez" , ele dis

e na escuridão total. Eu ouvi o

ra daqui! Por

ha única resposta foi o som da porta do quarto deles se fech

o pelo som inconfundível da cabecei

ssa cama, a dor da perda do meu filho se misturou a um novo tipo de dor. A dor da humilhação absoluta, do ter

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Entre Dor e Triunfo
Entre Dor e Triunfo
“"O destino" , dizem, "é a soma de todas as nossas escolhas." Mas, para mim, parecia uma piada sádica. Eu estava curvada de dor, implorando ajuda ao meu marido Lucas, que estava a quilômetros de distância. Eu sussurrei o nome dele, mas sua voz ao telefone era de pura irritação, abafada pelas risadas e música de fundo. "Sofia? O que foi agora? Estou no meio de algo muito importante", ele disse, antes de eu sequer terminar de pedir por socorro. A "outra" , Isabella, a quem ele chamava de "melhor amiga" , riu ao fundo. Ele desligou, me deixando sozinha e sangrando, enquanto eu me agarrava à última esperança de que era apenas uma cólica forte. Mas essa "cólica" levou embora o nosso bebê. O filho que ele nem sabia que existia. No hospital, enquanto eu estava em pedaços, ele chegou com cheiro de álcool e do perfume de Isabella, e me entregou a pá de cal. "Divórcio? Você não consegue viver sem mim, Sofia. Você precisa de mim. Você tem quase trinta anos. Quem vai te querer agora? Uma artista fracassada, amarga e cheia de rugas." E como se não bastasse a humilhação, ele levou Isabella para casa, para a nossa casa, logo depois da minha alta. Lá, ela estava, usando uma camiseta dele, com um sorriso vitorioso. Ele me disse que o apartamento dela havia tido um vazamento. Mas o pacote de preservativos no lixo do banheiro me contaram a verdade. Eu vomitei, e a reação dele foi aterrorizante. "Peça desculpas a ela, Sofia", ele exigiu, e ao me recusar, ele me agarrou, me arrastou e me trancou em um depósito escuro. Ainda se ouvia a risada dela, junto do som que quebrou meu coração. Eu estava casada com um monstro, e ele tinha uma cúmplice. Enquanto eu estava lá, trancada, com a dor do aborto rasgando minha alma, eles estavam no nosso quarto, na nossa cama. Mas esse não foi o fim da minha história. Foi o começo. Eu tinha perdido tudo, mas ganhei algo em troca: a clareza e a determinação de me reerguer, não para sobreviver, mas para prevalecer. E eles iriam pagar por cada lágrima.”
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