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Amor Que Não Toca

Capítulo 3 

Palavras: 693    |    Lançado em: 08/07/2025

r que não cheirava a manjericão e alecrim. Eu desenhava, mas minha mente estava em outro lugar. Eu precisava tirar

para ela. Minha intenção

estão canceladas. Vou transferir o pagamento

e debochada. "Júlia, querida, acho que essa não é uma decisão que v

palavras. "Eu sou a esposa de

ha disso", ela disse, e

escadas correndo, a tempo de vê-la entrar pela porta da frente como se fosse a dona da casa. Ela usava um vestido jus

ui?", perguntei, bloqueando

Pedro", ela respondeu, com um sorr

está cancelado. V

baixo, um olhar que media minha roupa simples, meu rosto cans

zinha. Ele olhou de mim para Clara, seu rosto

e preocupado. "Júlia está tentando me impedir de te ver

do a ela uma parte dele que sempre me foi negada: a confiança, a proximidade, a ausência de pânico. Comigo, ele se

se, tentando manter minha voz calma. "

eu mundo focado e emocionalmente limitado, ela era apenas a pessoa que o fazia se senti

lado de Clara. Não a tocou, mas o ge

zo que eu tinha me dado parecia uma piada a

e quem sai desta casa." Minha voz tremeu, a au

rriu, vi

ue possuía, olhei diretamente par

uzou os braços, desafiadora. "A não

O silêncio se estendeu, pesado e insuportável. Eu sabia o que ele ia fazer. Ele ia escolher o caminho mais fácil, o caminho que não envolvia confront

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Amor Que Não Toca
Amor Que Não Toca
“Sete anos. Sete anos de um casamento fantasma com Pedro, um chef genial que nunca me tocou, enquanto eu, designer, sacrifiquei Milão por um amor que achei que curaria a aversão dele. Até que, numa noite de jantar em família, o celular escorrega e o aplicativo de terapia online que instalei para ele, na esperança de uma abertura, "acidentalmente" transmite gemidos altos, eróticos, vindos da nossa cozinha. Todos param, os garfos caem, e a imagem na tela revela Pedro agarrado à bancada, e, por trás dele, Clara, a nutricionista que contratei para ajudá-lo, se esfregando nele, em uma demonstração de terapia bem diferente da que eu imaginava. Encharcada, sangrando e carregando um braço quebrado, por ter corrido para salvá-lo de uma suposta emergência, apenas para ser usada de governanta para a amante dele, ouvi sua voz fria: "A Júlia é a governanta. Ela cuida da casa. Se ela criar problemas, eu a demito". A humilhação me libertou da fantasia; a raiva e a dor se transformaram em uma calma fria, e pela primeira vez em sete anos, eu me escolhi, ligando para um advogado para iniciar o processo de divórcio, sem olhar para trás.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10