icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Amores Perdidos: O Mar Chora

Capítulo 3 

Palavras: 743    |    Lançado em: 08/07/2025

m mais altos, mais sérios, e seus uniformes eram de um azul mais escuro. Atrás deles, um homem de terno, que se apresentou como um promotor d

ão hostil. "Recebemos uma denúncia grave sobre a morte do seu filho, João da Silv

ça se acendeu no meu peito escuro. Talvez a

a apreensão do meu barco, os outros pescadores que estavam no velório confirmavam minha

ndo para a esposa: "Esse Pedro é um idiota. Vai arrumar problema para toda a família. De

tar gente poderosa", mas o verdadeiro poder sempre esteve nas nossas mão

as um comerciante de peixes com um barco um pouco maior que o meu. Nós o acolhemos. Ele comia na minha casa, bebia cachaça com os outr

om um braço sobre meus ombros. "Essa vila tem potencia

"cooperativa" nunca se materializou. Ele usou nosso trabalho para construir seu império. Aos poucos, ele comprou barcos

eços mais baixos, a usar sua influência para nos prejudicar. Minha falecida esposa, Helena, foi a primeira a ver a maldad

artesanal. Para nos tirar de lá, ele subornou fiscais do IBAMA para que eles plantassem redes ilegais em nossos barcos e depois nos multassem, apreendendo nosso equipamento. João ouviu o

, o sargento Bastos, o chefe da polícia local, e

er oficial. "Já temos uma investigação em andamento. A morte do rapaz foi resultado

está sob suspeita. A partir deste momento, o senhor e seus homens estão afastad

erança, mas também significava que o tempo estava correndo. Ricardo Mendes não ficaria parado esperando a justiça alcançá-lo. Ele agiria, e a

Reclame seu bônus no App

Abrir
Amores Perdidos: O Mar Chora
Amores Perdidos: O Mar Chora
“O cheiro de maresia e a promessa de um futuro, era tudo que meu filho João e eu conhecíamos. Até que, num piscar de olhos, vi seu corpo tombar no cais, a vida escorrendo para a madeira. Os homens de Ricardo Mendes, o magnata que sufocava nossa vila, o mataram por ver o que não devia. Num último suspiro, João me pediu para "não me preocupar" com ele. Tentou, ainda ferido, realizar meu sonho de um "barco maior". Lutei, implorei por ajuda, mas a polícia me tratou como criminoso, meu barco foi apreendido, e até meu cunhado sugeriu que eu aceitasse o "dinheiro de compensação" do assassino de meu filho. Eles me roubaram tudo: meu filho, meu sustento, minha fé na justiça, até a honra de João, quando Ricardo jogou seu celular no mar, alegando que ele era um "idiota envolvido com drogas". Mas a dor me deu um novo propósito, uma frieza que nem a morte de um filho conseguiu apagar. Lembrei-me então da lenda do Anzol de Prata, um poder antigo concedido a poucos. E naquele dia, Pedro o pescador humilde, sumiu. Deu lugar ao Pedro que faria Ricardo Mendes e seus capangas aprenderem que o mar, ele sim, cobraria a dívida de sangue.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10