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Amores Perdidos: O Mar Chora

Capítulo 4 

Palavras: 736    |    Lançado em: 08/07/2025

gou. Ele ouviu o relato sobre o promotor da capital com uma calma assustadora

elefone, sua voz baixa e perigosa. "Cuide para que ele não encontre nada. Perca os relatórios. Dificulte o ac

ara a frota de barcos industriais ancorada na baía. Eram monstros de aço, ofusc

chefe de segurança, que esta

... ele continua sendo um

o está apreendido, o filho está

não tem mais nada a perder. Ele tem a simpatia daquela gente. E

uma foto dele com sua nova esposa, uma mulher vinte ano

a a operação para um grupo estrangeiro. Um contrato de milhões. Depois disso, eu e a Cláudia vamos sum

não estava apenas consolidando seu poder, ele estava p

celular do garoto?", Val

rpo. E o garoto era esperto. Ele pode ter escondido, enviado

essoas da vila, que antes se encolhiam de medo de Ricardo, agora se agl

mulher gritou, ref

para o João!", out

ia contra o tirano. A morte do meu filho, por mai

azido pelo promotor, finalizava seu exame.

contundente e pesado", ele disse, em termos técnicos e frios. "Não foi uma briga. Foi uma ex

, a dor... tudo se dissolveu em um vazio gelado. Eu não sentia mais nada. Era como se meu corpo fosse uma casca oca. Eu apena

trancado o portão do cais, apareceu na porta. Ele estava sendo escoltado pelos polici

s seus olhos estavam em mim. "Eu conto tudo o q

trocando de pele pa

nde o garoto escondeu o celular. Eu posso levar vocês

sassinos do meu filho. E no meu estado de torpor e desespero, eu não

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Amores Perdidos: O Mar Chora
Amores Perdidos: O Mar Chora
“O cheiro de maresia e a promessa de um futuro, era tudo que meu filho João e eu conhecíamos. Até que, num piscar de olhos, vi seu corpo tombar no cais, a vida escorrendo para a madeira. Os homens de Ricardo Mendes, o magnata que sufocava nossa vila, o mataram por ver o que não devia. Num último suspiro, João me pediu para "não me preocupar" com ele. Tentou, ainda ferido, realizar meu sonho de um "barco maior". Lutei, implorei por ajuda, mas a polícia me tratou como criminoso, meu barco foi apreendido, e até meu cunhado sugeriu que eu aceitasse o "dinheiro de compensação" do assassino de meu filho. Eles me roubaram tudo: meu filho, meu sustento, minha fé na justiça, até a honra de João, quando Ricardo jogou seu celular no mar, alegando que ele era um "idiota envolvido com drogas". Mas a dor me deu um novo propósito, uma frieza que nem a morte de um filho conseguiu apagar. Lembrei-me então da lenda do Anzol de Prata, um poder antigo concedido a poucos. E naquele dia, Pedro o pescador humilde, sumiu. Deu lugar ao Pedro que faria Ricardo Mendes e seus capangas aprenderem que o mar, ele sim, cobraria a dívida de sangue.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10