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A Canção Silenciosa do Divórcio

Capítulo 3 

Palavras: 631    |    Lançado em: 09/07/2025

só queria pegar nas poucas coisas que lhe pertenciam – alguns livros, roupas e uma

ecebido pelo som de

r, deitado no seu sofá, com os pés em cima da mesa de centro. As suas roupas esta

o as mãos a um avental. O sorris

sei que estive

lada. Ele olhou em volta. As suas fotografias tinham desaparecido

s," disse ela, evitando o seu olhar. "O Hugo vai ficar aqui po

aceitação fria que a desarmou. Ele

moção. "Eu não vou ficar. Podes mandar as minhas coi

han," disse ela, aproximando-se. "Tu

osto que ele um dia amou, e não s

, encenando um ato de culpa. "Eu devia

e Jonathan, que o agarrou por reflexo para evitar que ele caísse. O

oz pingando sarcasmo enquanto o endireitava

ir para o quarto de hóspedes, ma

n. Por favor.

pintado à mão, uma herança da sua avó, a única coisa que ele tinha trazido da casa da f

bia, com uma certeza absoluta,

iu foi mais profunda do que a da traição. Aquele azulejo

ado nos lábios. "Oh, não. Fui eu. Estava a tentar lim

nte. "Jonathan, é só um azulejo! Não sej

zulejo na sua mão. Ele olhou para Vanessa, e pel

ou-o. Era a única coisa que eu queria desta casa." Ele olhou para o rosto dela, pro

ente. "Estás a culpar o Hugo injusta

. Ele tinha sido traído, humilhado, expulso da sua própr

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A Canção Silenciosa do Divórcio
A Canção Silenciosa do Divórcio
“A noite abafada do Algarve não trazia alívio para Jonathan Gordon. O seu casamento de três anos com Vanessa Hayes desvanecia-se num vazio gélido. Ele tinha largado tudo em Lisboa – a sua família abastada, o futuro como herdeiro da Construtora Gordon – por um amor que se revelava uma mentira. O som suave da porta da frente a fechar-se, um ritual noturno para "apanhar ar fresco" , desta vez quebrou algo nele. Jonathan seguiu-a, mantendo distância, até que o carro dela parou. E então, viu. O artista boémio, Hugo Contreras, beijava Vanessa com a paixão que Jonathan nunca conhecera. O choque inicial deu lugar a uma fúria gelada. Tudo fazia sentido agora: o distanciamento, as desculpas, a vida secreta. A humilhação era insuportável. Ele tinha sido traído, não apenas no corpo, mas na própria alma. No dia seguinte, Vanessa e Hugo surgiram no seu escritório, ele a gemer teatralmente de dor. Ela, com uma urgência que Jonathan sabia ser falsa, implorava ajuda para o amante. Dias de manipulação, mentiras e encenações dolorosas se seguiram. Hugo, com a cumplicidade de Vanessa, orquestrava ferimentos falsos, um falso envenenamento, um sequestro encenado. Tudo para vilipendiar Jonathan, que via a mulher que amava acreditar nas acusações mais vis contra ele. Até foi forçado a doar o seu sangue para salvar a vida do amante dela. Eles falsificaram uma gravação, usando a voz de Jonathan cortada e editada para o incriminar. Vanessa, com fúria nos olhos, esbofeteou-o e atirou-o contra a cabeceira da cama do hospital. Ela acreditou em tudo, sem hesitação. Naquele momento, perante o sangue na sua mão e a rejeição total de Vanessa, Jonathan sabia. Não importava se ela acreditava nele. O seu coração estava oco, a sua vida antiga tinha terminado. Jonathan regressou a Lisboa, determinado a construir uma nova vida, livre das sombras do passado e da mulher que o tinha destruído.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 1719 Capítulo 1820 Capítulo 1921 Capítulo 2022 Capítulo 21