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O Jogo Acabou, Jacob

Capítulo 3 

Palavras: 925    |    Lançado em: 09/07/2025

ois dias sozinha naquele quarto estéril, com o som

táxi para casa, o silêncio no apartamento

finalmente apareceu

dos meus roupões de seda. Ela olhou para a li

ela arrulhou. "O Jacob esteve tão preocup

Jacob. "O que é que e

l a desmentir a crueldade da sua decisão. "O apartamento dela está a ser repa

ação. Ele queria ver-me quebrar. Q

o teve

uma máscara de indiferença. "Está b

hando a porta atrás de mim. A sua frustração era

rtamente afetuosos, os seus risos a ecoar pelos corredores, as suas mãos sempre a tocarem-se. Ele

de corações partidos e saudade com uma nova e crua emoção que fazia o público chorar. Durante o dia,

Eu via-o nos seus olhos quando ele me observ

ira. Jacob tinha convidado alguns amigos para jant

vinas!", exclamou ela. "Mas acho qu

até à cozinha. Momento

no chão, a lutar para respirar

os amigos de Jacob. "Alergia a m

era a única que tinha estado na cozinha

um dedo para mim. "Eu vi-te perto do

stei, chocada. "Eu nem sa

máscara de fúria. "Saiam todo

m, os seus olhos a arder. "Eu subestimei-te.

rosto. Por baixo da raiva, um pequeno, q

Nicole. Ele estava satisfeito. Satisfeito por eu finalmente ter "reagido".

se eu, a minha voz fr

pegou numa garrafa de vinho do Porto da bancada

ir, despejou o conteúdo sobre um prato de amêndoas tor

le, a sua voz perigosamente calma.

brir-se. Com a outra mão, ele pegou num punhado das a

ado com o veneno das nozes queimou a minha língua. Lutei para respirar, as min

a expressão vazia. Ele não sent

sa que vi foi o rosto de Hugo Neame, um produtor musical

ouvir-me?", pergu

minha garga

disse ele, a sua voz cheia de uma raiva contida. "Ele disse a

que

inha garganta estava gravada na minha mente. Ele não se import

nta dias estava a chegar ao

ara a minh

s dias na parede da sua cela. Cada dia que passava era uma peq

u ia sobreviver. E eu i

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O Jogo Acabou, Jacob
O Jogo Acabou, Jacob
“Esta foi a nonagésima nona vez que Jacob Gordon me arrastou ao escritório de advocacia para discutir o nosso divórcio. Sempre cedia, sempre rastejava de volta, humilhando-me para anular os papéis. Mas desta vez, algo dentro de mim partiu-se, e eu assinei, a mão firme, em Lisboa. Ao sair, Nicole Perry, a parceira de Jacob, quase me atropelou e, para meu horror, exibiu o meu precioso violão da minha mãe, que Jacob lhe deu. E com um sorriso cruel, ela quebrou-o. Momentos depois, um lustre de cristal desabou, e Jacob, num movimento fluido, me atirou ao chão para proteger Nicole, ferindo-me gravemente. Recuperei no hospital, apenas para descobrir que Jacob e Nicole estavam agora a morar na nossa casa. Ele encenava demonstrações de afeto com ela, a casa transformou-se num palco para a minha humilhação. Num jantar, Nicole fingiu uma reação alérgica, e Jacob, satisfeito com a minha "reação", me forçou amêndoas, o meu alérgeno mais grave, resultando noutra hospitalização. Cada batida do meu coração, cada respiração, tornou-se um desafio. O período de reflexão do divórcio estava a chegar ao fim, e ele pensava que eu o anularia, como sempre. Mas com a dor e a traição, veio uma nova raiva, uma nova resolução. Quando soube que Nicole me roubara as músicas e que Jacob a ajudara, a minha raiva e desespero atingiram o auge. Foi então que uma chamada de Hugo Neame, um velho amigo, mudou tudo. Ele propôs-me ir para Madrid, recomeçar. Será que ele me libertaria ou era tarde demais para eu recuperar a minha vida e a minha música?”