icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Maternidade Roubada, Vingança Servida

Capítulo 1 

Palavras: 669    |    Lançado em: 09/07/2025

oltar ao escritório depois da licença-maternidade era estranho. Meu corpo ainda parecia pertencer a outra rotina, uma de fraldas, mama

mindo bem à noite?". Eu respondia com um sorriso cansado, mas feliz, mostrando fotos

ue eu só conhecia de vista se aproximou da minha mesa. Ela era de outro departamento, mai

a Júlia, não é? A que

a baixa, quas

pondi, forçando um

nha mesa, o olhar dela era

ajuda. É uma cois

talvez uma doação para alguma campanha interna. Como n

que eu pu

ou, a voz ainda mais baixa, como se compartilhass

lar de bancos de leite, de mães que doavam para bebês prematu

alinha de amamentação. Posso guardar um pouco para

ançou a cabeça vigorosamente, como

. Assim n

do a tomar conta de mim. "O leite extraído é perfeitam

mpaciência. "Quando você tira e guarda, ele perde os nutrientes

nte". A imagem que se formou na minha cabeça era absur

dizer com isso? Você quer que eu...",

meu, sem um pingo de hesitação. "Eu

a olhei, esperando o sorriso, a piada, qualquer coisa que indicasse que aquilo

", gaguejei. "Quan

ejar, como se fosse a co

zoi

um "O" mudo de choque. Dezoito. Dezoito anos. A palavra ec

pensando no meu Léo, meu bebezinho de seis meses. A ideia de um homem adulto, um e

Dona Sofia, continuava ali, parada, esperando uma

a, era sobre uma violação tão bizarra, tão impensá

Reclame seu bônus no App

Abrir
Maternidade Roubada, Vingança Servida
Maternidade Roubada, Vingança Servida
“O cheiro de café e o zumbido dos computadores me recebiam de volta ao escritório após a licença-maternidade. Meu corpo ainda ansiava pelas mamadas e canções de ninar do meu pequeno Léo, de seis meses. Mal sabia eu que a rotina familiar estava prestes a ser despedaçada de uma forma grotesca. No meio da tarde, uma colega de outro departamento, Dona Sofia, aproximou-se da minha mesa com um olhar estranho. Pensei que pediria ajuda com tarefas, ou talvez uma doação. Mas seus olhos fixos em mim sussurraram algo perturbador: "Eu soube que você está amamentando... Eu preciso do seu leite." Minha surpresa foi substituída por um nojo avassalador quando ela, sem hesitar, declarou que seu filho precisava mamar "direto da fonte" . "Dezoito." Meu queixo caiu. Seu filho tinha dezoito anos. A ideia me encheu de repulsa, mas a calma sinistra de Dona Sofia, uma mulher que parecia completamente centrada em sua loucura, era assustadora. Ela me assediou abertamente, me emboscou no banheiro e, com seu filho adulto agindo como um monstro infantil, me trancou em um almoxarifado, tentando me forçar a amamentá-lo. Apesar de ter revidado e escapado por pouco, a empresa e a polícia, temendo a lei de proteção a deficientes, a apoiaram. "Eu te disse. Ninguém acredita na Cinderela quando a Bruxa Má está em uma cadeira de rodas." As palavras dela eram veneno, um grito de triunfo sobre a injustiça. Eu não seria mais uma vítima. Eu tinha uma avó especialista em Krav Maga e um sobrinho adolescente que sabia como bloquear. Se ela usava sua vulnerabilidade como arma, eu usaria a minha. E a dela. Eu não seria a presa.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10