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Maternidade Roubada, Vingança Servida

Capítulo 2 

Palavras: 605    |    Lançado em: 09/07/2025

r minha voz. O choque inicial deu l

voz saiu mais alta do que eu pretendia, atrain

careta, irritada

u, inclinando-se ainda mais. "Claro que estou falando sé

. com isso?", eu gesticulava, sem palavras, para o

. A mente dele não se desenvolveu direito. Ele tem o corpo de um homem, mas a cabeça de uma criança. Eu li em tod

esesperada, que por um momento quase se

é uma cura milagrosa para um adulto! Você deveria procurar um

a! Só querem entupir meu filho de remédios que o deixam dopado! Eu so

tima frase me deu um arrepio. Ela não e

esar do tremor nas minhas mãos. "Definitivame

a entendesse o recado e fosse embora. Mas ela não se move

voz agora um rosnado baixo. "Amanhã. Na hora

i de novo,

o? Eu vou chamar a seg

o deficiente, pediu seu leite? Eles vão rir da sua cara. Vão dizer que você está exagerando, que é c

inha pensado em tudo. Ela se via como a víti

urmurei, o coração b

e for preciso", ela corrigiu

sustadora, deixando-me ali, tremendo, com o estômago revirado. A normalidade do escritório ao meu

oz tomou conta de mim. Aquela mulher não chegaria perto de mim. Eu não ia permitir. Mas, no fundo, a ameaç

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Maternidade Roubada, Vingança Servida
Maternidade Roubada, Vingança Servida
“O cheiro de café e o zumbido dos computadores me recebiam de volta ao escritório após a licença-maternidade. Meu corpo ainda ansiava pelas mamadas e canções de ninar do meu pequeno Léo, de seis meses. Mal sabia eu que a rotina familiar estava prestes a ser despedaçada de uma forma grotesca. No meio da tarde, uma colega de outro departamento, Dona Sofia, aproximou-se da minha mesa com um olhar estranho. Pensei que pediria ajuda com tarefas, ou talvez uma doação. Mas seus olhos fixos em mim sussurraram algo perturbador: "Eu soube que você está amamentando... Eu preciso do seu leite." Minha surpresa foi substituída por um nojo avassalador quando ela, sem hesitar, declarou que seu filho precisava mamar "direto da fonte" . "Dezoito." Meu queixo caiu. Seu filho tinha dezoito anos. A ideia me encheu de repulsa, mas a calma sinistra de Dona Sofia, uma mulher que parecia completamente centrada em sua loucura, era assustadora. Ela me assediou abertamente, me emboscou no banheiro e, com seu filho adulto agindo como um monstro infantil, me trancou em um almoxarifado, tentando me forçar a amamentá-lo. Apesar de ter revidado e escapado por pouco, a empresa e a polícia, temendo a lei de proteção a deficientes, a apoiaram. "Eu te disse. Ninguém acredita na Cinderela quando a Bruxa Má está em uma cadeira de rodas." As palavras dela eram veneno, um grito de triunfo sobre a injustiça. Eu não seria mais uma vítima. Eu tinha uma avó especialista em Krav Maga e um sobrinho adolescente que sabia como bloquear. Se ela usava sua vulnerabilidade como arma, eu usaria a minha. E a dela. Eu não seria a presa.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10