icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Maternidade Roubada, Vingança Servida

Capítulo 3 

Palavras: 788    |    Lançado em: 09/07/2025

de amamentação com o coração na boca, trancando a porta duas vezes e encostando uma cadeira sob a maçaneta. O alívio de extrair o leite para o me

a. Meu estômago estava um nó. Eu a vi passar de longe, e ela me lançou um olhar que prometi

edor estava relativamente vazio. Quando saí da cabine e fui lava

nada, apenas trancou a porta. O "cliqu

na sala de amamentação",

uando até bater as costas na parede

iram", ela disse, avançando lentamente. "Você nã

. Suas mãos agarraram meus braços com uma força surpreendente, unhas fincando na minha

ei, mas minha voz saiu abafad

a uma das cabines. "Meu filho está esperando lá fora. Ele

iança, esperando do lado de fora para... para o quê? Para ser

ntra a divisória da cabine. As unhas dela arranhavam meu

tro", eu sibile

sto contorcido. "Você, que é mãe, deveria en

ra justificar essa loucura. Uma onda de adrenalina pura percorreu meu corpo. Eu não

rás com toda a minha força. Ela tropeçou, surpresa com a minha resist

ela balbuci

s da sua blusa, puxando-a para cima até que seu rosto ficasse a centímetros

egar perto de mim. Você nunca mais vai falar o nome do meu filho. Se eu te vir no mesmo corredor

. A máscara de mãe sofredora tinha

la gaguejou, tentando

ndo. "E você vai destrancar aquela porta e sumir da minha frente. E se você contar pra alguém qualquer versão distorcida dessa h

m os olhos arregalados, massage

a porta, destrancou e saiu

iração ofegante ecoando nos azulejos. Olhei para os meus braços, vermelhos e com marcas

Reclame seu bônus no App

Abrir
Maternidade Roubada, Vingança Servida
Maternidade Roubada, Vingança Servida
“O cheiro de café e o zumbido dos computadores me recebiam de volta ao escritório após a licença-maternidade. Meu corpo ainda ansiava pelas mamadas e canções de ninar do meu pequeno Léo, de seis meses. Mal sabia eu que a rotina familiar estava prestes a ser despedaçada de uma forma grotesca. No meio da tarde, uma colega de outro departamento, Dona Sofia, aproximou-se da minha mesa com um olhar estranho. Pensei que pediria ajuda com tarefas, ou talvez uma doação. Mas seus olhos fixos em mim sussurraram algo perturbador: "Eu soube que você está amamentando... Eu preciso do seu leite." Minha surpresa foi substituída por um nojo avassalador quando ela, sem hesitar, declarou que seu filho precisava mamar "direto da fonte" . "Dezoito." Meu queixo caiu. Seu filho tinha dezoito anos. A ideia me encheu de repulsa, mas a calma sinistra de Dona Sofia, uma mulher que parecia completamente centrada em sua loucura, era assustadora. Ela me assediou abertamente, me emboscou no banheiro e, com seu filho adulto agindo como um monstro infantil, me trancou em um almoxarifado, tentando me forçar a amamentá-lo. Apesar de ter revidado e escapado por pouco, a empresa e a polícia, temendo a lei de proteção a deficientes, a apoiaram. "Eu te disse. Ninguém acredita na Cinderela quando a Bruxa Má está em uma cadeira de rodas." As palavras dela eram veneno, um grito de triunfo sobre a injustiça. Eu não seria mais uma vítima. Eu tinha uma avó especialista em Krav Maga e um sobrinho adolescente que sabia como bloquear. Se ela usava sua vulnerabilidade como arma, eu usaria a minha. E a dela. Eu não seria a presa.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10