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Maternidade Roubada, Vingança Servida

Capítulo 4 

Palavras: 685    |    Lançado em: 09/07/2025

ção ainda martelava contra as costelas. Quando cheguei à minha mesa, Lívia, minha colega do cubícul

em? Você está pálid

m sorriso, mas meu

. Só... um

como se o diabo estivesse atrás dela. E você estava lá

ileza de Lívia quebrou a minha armadura. Eu desabei na minha cadeira e, em sussurros

ulidade e, finalmente, para uma raiva sombria. Quan

não acredito que e

dita em mim?", per

a Sofia não era normal. Mas isso

rei, faminta por qualquer informação qu

eira dela para ma

para se certificar de que ninguém estava ouvindo. "Ela não era sempre assim

sa, organizando

tre. O bebê nasceu com problemas, falta de oxigênio no cérebro. Os médicos di

gir em mim, mas a lembrança das u

a culpava, dizia que ela tinha feito algo errado na gravidez. Um dia, ele simplesme

...", eu

passou a girar em torno do Thiago e da busca por uma 'cura' milagrosa. Ela gastou tudo o que tinha

irou, o ol

a Camila, também teve bebê. Sofia começou com a mesma conversa, mas não tão agressiva. Ela pedia, imp

ue aco

a e começou a dizer que o leite da Camila era 'fraco'. A Camila se assustou e

lde de água fria. Eu não era a primei

"Ela foi enganada por vendedores de leite adulterado na internet, foi o que m

úlia, você precisa tomar muito cuidado. Depois do que aconteceu hoje, ela não

ia não a tornava menos perigosa. Na verdade, a tornava mais. Uma mulher que pe

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Maternidade Roubada, Vingança Servida
Maternidade Roubada, Vingança Servida
“O cheiro de café e o zumbido dos computadores me recebiam de volta ao escritório após a licença-maternidade. Meu corpo ainda ansiava pelas mamadas e canções de ninar do meu pequeno Léo, de seis meses. Mal sabia eu que a rotina familiar estava prestes a ser despedaçada de uma forma grotesca. No meio da tarde, uma colega de outro departamento, Dona Sofia, aproximou-se da minha mesa com um olhar estranho. Pensei que pediria ajuda com tarefas, ou talvez uma doação. Mas seus olhos fixos em mim sussurraram algo perturbador: "Eu soube que você está amamentando... Eu preciso do seu leite." Minha surpresa foi substituída por um nojo avassalador quando ela, sem hesitar, declarou que seu filho precisava mamar "direto da fonte" . "Dezoito." Meu queixo caiu. Seu filho tinha dezoito anos. A ideia me encheu de repulsa, mas a calma sinistra de Dona Sofia, uma mulher que parecia completamente centrada em sua loucura, era assustadora. Ela me assediou abertamente, me emboscou no banheiro e, com seu filho adulto agindo como um monstro infantil, me trancou em um almoxarifado, tentando me forçar a amamentá-lo. Apesar de ter revidado e escapado por pouco, a empresa e a polícia, temendo a lei de proteção a deficientes, a apoiaram. "Eu te disse. Ninguém acredita na Cinderela quando a Bruxa Má está em uma cadeira de rodas." As palavras dela eram veneno, um grito de triunfo sobre a injustiça. Eu não seria mais uma vítima. Eu tinha uma avó especialista em Krav Maga e um sobrinho adolescente que sabia como bloquear. Se ela usava sua vulnerabilidade como arma, eu usaria a minha. E a dela. Eu não seria a presa.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10