icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

O Monstro que Criaram

Capítulo 1 

Palavras: 967    |    Lançado em: 09/07/2025

barato e perfume d

do meu quarto. Ela se apoiava no batente, tentando parecer ca

ê não vai

orgulho bêbado de quem acabou de fazer

aconteceu. Teria escutado suas histórias sobre mais uma noite de excessos, co

o era mais

a e antiga. A memória do meu próprio sangue, quente e pegajoso no chão frio de mármore,

ntei, minha voz soando mais

so presunçoso que eu

rminou com você,

arto, tropeçando

migo. Ele disse que sempre me quis, qu

rra jogada sobre o meu caixão

e amassado, a mancha de batom no pescoço dela que não era da co

me destruiu. Eu chorei por semanas.

s que eu deveria ter dito com mais força antes. "Ele não se importa com ningu

iretamente

s pessoas podem carregar. Essa vida q

hecimento do futuro. Na outra vida, eu a vi s

a risada alta

a santinha preoc

a minha cama e se

e os homens me querem, e porque eu sei aproveitar a vida. Voc

e lev

rida irmã. Eu sei me cuidar. Diferente de vo

deixando sozinha com a

com os olhos vermelhos. Ela não disse nada, apenas foi para o s

, me chamou na sala. Ela esta

disse para

ela era

nada. O que

stá passando mal, com umas irritações estranhas. El

fuzilou co

se que a cu

, mas de confirmação. O futuro qu

Como poderia se

ando essas suas energias negativas, falando de doença, por

ento, a antiga Ana Paula quase respondeu. A que tentava ar

estava

ela tarde. A tarde

, como sempre, o roubou. No dia do casamento deles, que eu fui forçada a organizar, eu não aguentei. Eu

tentando arruinar a felicidade da minha irmã. Sofia veio

r feliz, Ana Paula!

consumiu. E

empurrou de volta

que na s

última coisa que vi foram os rostos chocados, mas não arrependidos, da minha mãe e da minha irmã, olhando para o meu corpo quebrado lá embaix

va eu. De volta. C

a mãe, que contin

, a culpa é das escolhas

ngança não seria com gritos ou acusações. Seria um prato se

Reclame seu bônus no App

Abrir
O Monstro que Criaram
O Monstro que Criaram
“Minha irmã, Sofia, sempre foi a preferida da mamãe. Eu, Ana Paula, era a sombra, a certinha, a invejosa, sempre comparada e desvalorizada. Lembro-me bem do cheiro de cigarro barato e perfume doce que me tirou do sono, da voz arrastada dela, cheia de orgulho bêbado: "O Pedro. Ele terminou com você, né? Coitadinha. Adivinha com quem ele está agora? Comigo." Naquela vida, desabei. Chorei por semanas. Mas, no dia do casamento de Sofia com Marcelo - o homem que minha mãe arranjou para mim e que Sofia roubou -, eu não aguentei. Tentei fugir, mas minha mãe me empurrou escada abaixo, com Sofia assistindo. Meu crânio bateu no mármore. A dor era insuportável, mas a traição, ainda pior. Morri ali, odiando-as com cada fibra do meu ser. Mas eu renasci. De volta ao passado, no meu antigo quarto, com a memória da minha morte e o ódio intactos. Isabel e Sofia estavam lá, vivas, alheias ao destino que as aguardava. "Marcelo virá jantar aqui na sexta-feira. E eu quero que você seja simpática. Sofia não está interessada, então talvez você tenha uma chance." O desprezo na voz dela era palpável. Eu era apenas a sobra. Elas me viam como derrotada. Como a Ana Paula de antes, que aceitava as migalhas. Mas a vingança não era mais uma opção. Era uma necessidade. E elas não faziam ideia do monstro que tinham criado, pois eu sabia dos segredos imundos de Sofia e da obsessão da minha mãe por status. O jogo delas estava prestes a virar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10