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O Monstro que Criaram

Capítulo 3 

Palavras: 684    |    Lançado em: 09/07/2025

um mantra que repetia d

e em escândalos. A reputação é o nosso bem mais p

has de suas amigas que haviam se casado com herdeiros ou empresários. Para ela, o

natureza. Ela entendia a importância do "bom casamento", mas via o caminho até lá como um

reputação da nossa família que minha mãe tanto prezava. Na minha primeira vida, eu vivia co

sito. Não era para proteger a família, mas

equenas irritações que ela mencionou ao telefone com Pedro haviam se tornado mais visíveis. Eram man

urou, jogando um pi

batente da porta,

ssou não está funcionando

virou,

ê estava escutando

algumas coisas. Certos tipos de infecções de pele, especialmente as que você pega por... contato... nã

lida. Eu sabia, pela minha vida passada, que o problema dela era uma

por um segundo antes de ser subs

ela disse, ríspida. "A médica disse

ue seja dermatite, o estresse pode piorar muito. E você parece bem estressada ultimame

erder um alvo tão valioso como Marcelo por

re isso?" ela pergun

que fica. E a mamãe ficaria arrasada s

mei, fingind

umas pomadas manipuladas que talvez ajudem a acalmar a pele m

perigosa, mas eu prec

eber ajuda de mim, a irmã que ela sempre desp

faria

orriso mais falso que consegui produzir. "Eu

cálculo. A possibilidade de resolver seu problema estético e

a disse, já se virando de volta para o e

va começando a tomar forma. Eu não ia ajudá-la a curar a

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O Monstro que Criaram
O Monstro que Criaram
“Minha irmã, Sofia, sempre foi a preferida da mamãe. Eu, Ana Paula, era a sombra, a certinha, a invejosa, sempre comparada e desvalorizada. Lembro-me bem do cheiro de cigarro barato e perfume doce que me tirou do sono, da voz arrastada dela, cheia de orgulho bêbado: "O Pedro. Ele terminou com você, né? Coitadinha. Adivinha com quem ele está agora? Comigo." Naquela vida, desabei. Chorei por semanas. Mas, no dia do casamento de Sofia com Marcelo - o homem que minha mãe arranjou para mim e que Sofia roubou -, eu não aguentei. Tentei fugir, mas minha mãe me empurrou escada abaixo, com Sofia assistindo. Meu crânio bateu no mármore. A dor era insuportável, mas a traição, ainda pior. Morri ali, odiando-as com cada fibra do meu ser. Mas eu renasci. De volta ao passado, no meu antigo quarto, com a memória da minha morte e o ódio intactos. Isabel e Sofia estavam lá, vivas, alheias ao destino que as aguardava. "Marcelo virá jantar aqui na sexta-feira. E eu quero que você seja simpática. Sofia não está interessada, então talvez você tenha uma chance." O desprezo na voz dela era palpável. Eu era apenas a sobra. Elas me viam como derrotada. Como a Ana Paula de antes, que aceitava as migalhas. Mas a vingança não era mais uma opção. Era uma necessidade. E elas não faziam ideia do monstro que tinham criado, pois eu sabia dos segredos imundos de Sofia e da obsessão da minha mãe por status. O jogo delas estava prestes a virar.”
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