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Ele Era Meu Destino (Mas Também Meu Fim)

Capítulo 2 Os olhos dele

Palavras: 1149    |    Lançado em: 22/07/2025

u ainda podia ouvir o som dos carros, os passos apressados, as buzinas e voz

le olhar. Aquel

as. O olhar do meu comp

em guerra. Tudo gritava para que eu fugisse. Tudo, me

e minha pele até a alma. A testa franzida, não de raiva, mas de d

ireção, minhas pernas se mover

va a garganta, o coração batia fora do compasso,

em ombros, ouvi protestos, mas continuei corre

quina, uma memória me golpeava: fogo devorando uma cabana; neve manchada de vermel

contra o concreto, mas levantei sem

aquele fim. E e

lando contra as costelas. O cheiro de lixo molhado e ferro velho me

ndo o lábio. Talvez fosse. Mas eu já conhec

trolar a respiração, quando a

ue você

rouca, quase p

culo pronto para o golpe, a acusação, a rejeição...

arado ali, a alguns

gesto de paz. A sombra dele se alongava

bre a testa, e nos olhos... aqueles olhos. A mesma intensidade de sempre, mas mist

alhou, ele respirou fundo

ga, tentando esconde

e. Ninguém n

a mão dele se ergueu, lenta, firme, apenas o bastante

Qual é o

lavra presa na garg

Ly

como quem prova uma no

Ly

mentar o som, reconh

Kael. Kae

sobre mim co

octis.

jornais esquecidos nos cafés. Um alfa importante, de uma

meu companhe

tou atrasada - menti, o me

à frente. O olhar estreitado, como quem tenta agarrar um

esqueceram

repeti, qu

mão pelos cab

hoje. Sempre ig

. Aquilo jamais tinha acontec

ce... com muita gente. - A mentira saiu

. - A voz dele baixou, ásper

so, e o mundo pa

mulher. Morrendo.

frase foi mais alto

a pele gelada, o coração

ava com

mi

a acontecer. Nã

ssurrei, mal reconhece

lhei na multidão. Ombros me empurraram, buzinas soaram, mas n

*

te, o pesad

Os dentes rasgavam minha carne, o gosto de sangue inundava m

o é nada

a parte. Sempre ig

lgo m

co. Mas um homem ajoelhado, com os ombros curvados... chorando. As l

que as garras atra

ressalto. O quarto banhado pela luz pálida da

penas mai

é barato e pão amanhecido enchia a lanchonete onde eu trabalhava. O balcão engordurado, as mesas de fórmica arranhada

a cintura, uma xícara de café esfriando na mão, e meus pensamentos aind

r cima d

pareceu se

a

e tudo. A jaqueta escura grudada aos ombros largos, as mãos

ixei escapar, baixa

o. Não era exatamente de alegria. Era o tipo d

te conhecia d

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Ele Era Meu Destino (Mas Também Meu Fim)
Ele Era Meu Destino (Mas Também Meu Fim)
“Ela nasceu e morreu inúmeras vezes. Em cada vida, foi marcada pela mesma dor: amar o mesmo homem... e ser esquecida por ele. Lyris é uma loba amaldiçoada. Desde a era dos primeiros clãs, foi condenada a reencarnar todas as vezes que morre - carregando memórias completas de todas as suas vidas passadas. Sempre, em cada geração, ela reencontra seu companheiro... mas ele nunca se lembra dela. Na sua vida atual, Lyris tenta fugir do destino. Vive entre humanos, evita contato com matilhas, e esconde quem é - cansada de sofrer, cansada de morrer. Mas desta vez, algo muda: ele a reconhece. Em meio a isso, forças ancestrais se movem nas sombras. A quebra do ciclo ameaça um equilíbrio antigo entre o mundo dos vivos, os caçadores e os fantasmas das antigas matilhas. Alguém - ou algo - está disposto a matá-la para que o ciclo continue. Porque se Lyris quebrar a maldição... o mundo dos lobos pode nunca mais ser o mesmo.”