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Seus Votos, Seus Comprimidos, Uma Vida Desvendada

Seus Votos, Seus Comprimidos, Uma Vida Desvendada

Autor: Chloe
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Capítulo 1 

Palavras: 1346    |    Lançado em: 11/08/2025

ueno frasco no nosso quinto aniversário de casamento. Ele

tes, tornando a concepção impossível. Meu mundo desmoronou quando a médica, uma colega de An

ncia, que agora era a mãe de seu herdeiro. Ele declarou com uma frieza de gelar o sangue: "Ela me entende. E isso é o s

Eu era a outra, sendo lentamente apagada da

não me deixaria ir por bem. Eu precisava de ajuda. Meus dedos, trêmulos, rolaram a t

udar a desaparecer... aind

ítu

to aniversário

marido, me entrego

plemento

meu mundo girar. Ele era um arquiteto brilhante, um home

se, tomando os comprim

s. Dizia que eram para a minha saúde, para me manter forte enquanto eu trabalhav

mpo todo, uma dor esquisita no estômago. Então, marquei uma c

s, depois para o resultado do meu exa

eçou, com a voz suave. "

esp

ticoncepcionais

. O ar pareceu ficar den

er. "Isso não é possível. Nós

olhos cheios de pena. "Elas são projetadas para uso a longo p

Ele queria uma família tanto quanto eu. Nós conversávamos sobre

insisti, com a voz trêmul

spirou. Ela par

onheço seu mar

ei o olha

m, meu marido trabalha lá. Frequent

eçou a subir pe

oração no hospital. Pela nova ala p

ausa, depois

a lá. Com

no ar. Esposa. Eu

ntendo,"

o ainda mais a voz. "Eles acabaram de ter um menino. André e

raços, um bebê recém-nascido. Ao lado dele, com a mão em seu braço, estava uma mulher que eu reconheci. Anabela. A "amiga de inf

uma expressão de pura adoração. E

am em um zumbido surdo. Uma mentira. Minha vida int

o fui parar no corredor silencioso do hospital, encolh

fone, mas vinda da esquina do corr

ue me ajudar a mant

elhor ami

tensa. "Você não pode continuar mentindo para a Jú

a voz cheia de uma dor que, por um segun

r com ela é como respirar. Mas a Anabela... ela está comigo desde que éramos crianç

ntou Marcos. "Anabela tem seu filh

e André congelaram o s

isso é o suficiente. Vou garantir que ela nunca tenha um filho.

ico

culada dos meus sonhos, do meu corpo, do meu

veneno. Eu arquejei, tentando respira

ou de novo. Uma

cê está? Estou pre

u peito. Amor. Ele não sabia o significado da palavra. O amor dele e

inacessível... tudo se encaixou. Ele não estava construindo uma vida comigo. Ele estava gerenci

a a o

ilhante, que quase ri. Depois de cinc

guia chorar. O verdadeiro colapso é silencioso. É o momento em que você p

, segurando seu bebê, sorrindo com arrogância para a câmera. A legenda dizi

guei. Apen

sei que tínhamos não era minha. O

ficar com tudo. Podi

a possessivo. Ele nunca me deixari

s contatos. Parei em um nome para o qua

isse, no dia antes de eu ir para a facul

u uma, duas vez

a mais grave, mas eu a re

inda tinha começaram a cair. Mi

... s

fundo,

e ajudar a desaparecer

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Seus Votos, Seus Comprimidos, Uma Vida Desvendada
Seus Votos, Seus Comprimidos, Uma Vida Desvendada
“Meu marido, André, um arquiteto genial, me entregou um pequeno frasco no nosso quinto aniversário de casamento. Ele disse que eram vitaminas personalizadas para a minha saúde. Mas uma consulta médica revelou uma verdade apavorante: eram pílulas anticoncepcionais potentes, tornando a concepção impossível. Meu mundo desmoronou quando a médica, uma colega de André, revelou que ele tinha outra esposa, Anabela, e que eles tinham acabado de ter um filho. Então, ouvi André dizendo ao seu melhor amigo, Marcos, que me amava, mas não podia abandonar Anabela, sua amiga de infância, que agora era a mãe de seu herdeiro. Ele declarou com uma frieza de gelar o sangue: "Ela me entende. E isso é o suficiente. Vou garantir que ela nunca tenha um filho. Anabela terá meu herdeiro. Júlia terá meu amor. É o único jeito." Meu casamento de cinco anos era uma mentira. Eu era a outra, sendo lentamente apagada da existência. A ideia era humilhante, absurda. Saí cambaleando do hospital, com a mente a mil. Eu sabia que André era possessivo e não me deixaria ir por bem. Eu precisava de ajuda. Meus dedos, trêmulos, rolaram a tela até um nome que eu não ligava há dez anos: Caio Ferreira, minha paixão do colégio. "Aquela oferta... de me ajudar a desaparecer... ainda está de pé?", sussurrei.”
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