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Erros Imperdoáveis, Dívidas Impagas

Capítulo 3 

Palavras: 863    |    Lançado em: 14/08/2025

heiro de mingau e traição no ar, Caio havia escolhido. Ele

a não sentia nada. A parte dela que podia sentir dor por causa d

são deles juntos, tão perfeitamente co

se, empurrando sua tigel

, arrancado de seu d

reou. "Quero ver o quarto da

dantes passou correndo. Clara, em um gesto teatral de surpresa, t

ara fora do caminho, protegendo o corpo dela com o seu. A frigi

errou

e já estava enfaixado. Uma dor lancinante e branca subiu de seu puls

sumisse foi Caio, com os braços em volta de uma Clara perfeitamente ilesa, sussurra

ia lhe disse. Seu motorista particular, chamado por um ger

corredor. Um médico examinava o tornozelo de Clara, aquele que ela "torceu" na gala. Caio pairava sobre ela, o rosto marcado p

go constante e latejante. Mas a visão do outro

a imagem grava

ar, cercada por caixas. Um vestido de noiva branco e imaculado estava pendurado em uma cadeira,

de Ed

lhos percorrendo a cena. Um

o isso?", el

se Helena, sua voz

, Helena. Se você está com raiva, podemos conversar s

m jogo, uma manobra desesperada por sua aten

a. Ele comprou um presente para ela, uma pulseira ca

humor. Para animá-la, ele disse, estava

adorar", e

na sentiu um pouco de sua antiga personalidade retorn

na entrada: "CLARA BAS

a trouxera aqui por ela. El

te, e entrelaçou seu braço no de

so orgulhoso e indulgente. "Cl

adora silenciosa de sua história de amor, imortalizada em fotografias. Clara no ensino médio, rindo. Clara e Caio e

ografia em grande escala pendurada na p

nando a curva de seus cílios, a suave inclinação de seus lábios. Ele parecia pacífico, vulnerável e tão profunda, prof

seguinte ao pedido de casamento dele, logo antes de ele ir par

rilhando de triunfo. "Ele nunca olhou

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“Durante sete anos, usei minha herança para bancar minha paixão da faculdade. Eu peguei Caio Valente, um estudante genial, mas desonrado, que trabalhava como barman, e o transformei em um bilionário da Faria Lima. Morávamos juntos, e eu fui a tola que acreditou que nossa relação transacional era amor. Então, o amor de infância dele, Clara, voltou. A humilhação foi pública e rápida. Em um leilão de caridade, ele deu um lance maior que o meu por um colar de dez milhões de reais, prendendo-o no pescoço dela para que todos vissem. Naquela mesma noite, ele me salvou depois que fui drogada e quase agredida, apenas para me abandonar em um quarto de hotel porque Clara ligou com uma emergência falsa sobre a porta emperrada do chuveiro. Mas o prego final no caixão veio depois que um carro me atingiu. Enquanto eu sangrava na emergência, a enfermeira ligou para ele pedindo consentimento para minha cirurgia de emergência. Ouvi sua voz no telefone, fria e irritada. "Estou consolando minha namorada", ele disse. "O que acontecer com ela não é problema meu." A linha ficou muda. O homem que eu construí do nada tinha acabado de me deixar para morrer. Com a mão trêmula, assinei eu mesma o formulário de consentimento. Então, fiz outra ligação. "Eduardo", sussurrei para o homem que havia me pedido em casamento um ano atrás. "Sobre aquele casamento... você ainda está interessado?"”
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