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Erros Imperdoáveis, Dívidas Impagas

Capítulo 2 

Palavras: 883    |    Lançado em: 14/08/2025

os foi o teto branco e estéril de um quarto de hosp

u terno de grife amassado, uma barba escura sombreando sua mandíbula. Havia

dada. Sua expressão era uma

rguntou, sua voz baixa e tensa. "Aquela cena

osto dele. Toda a dor, a esperança, o amor que sentira por el

a ver com vo

ue não. Como poderia? Eu sou apenas o cara que você paga para ma

quilíbrio de poder que definira o relacionamento deles. Uma se

tasma de uma ferida que finalmente cicatriza

lara", ela disse, sua voz plana. "Você po

rável em seus olhos. Ele começou a dizer algo, a explicar. "A Clara acab

untos a um arranjo temporário, facilmente deixado de lado por seu

escapou de seus lábios. "

quipe do hotel conseguiu abrir a porta. Foi apena

cia rápida, ignorando seus protestos. Ele a ajudou a entrar no carro,

osa. O ar no carro e

sse, quebrando o silênci

pensamento de comida fa

que ela nunca tinha ido. "Você precisa de algo leve", ele disse, sua v

lembrou que ela gostava de comida simples quando estava estressada. Por um momen

as colheradas. O mingau que

melhor?", e

oz brilhante e alegre interrompeu. "Ca

o braço. Ela estava vestida com um vestido amarelo ensola

, ela disse, batendo palmas. "Você se

gelo. Não era sobre ela. Nunca foi sobre ela. Os hábitos dele, as preferências dele, as cois

?", Caio perguntou a Clara, sua voz suaviz

dos seus pais", disse Clara, fazendo um biquinho. "O

seus pais. Eles haviam morrido anos atrás,

se baixinho. "Eu

puxou um delicado medalhão de prata de debaixo do vestido. Era antigo e um pouco manchado. "

erecendo-o a ele. "Acho que é

prata gasta. Por um longo momento, Helena pensou que ele poderia colocá-lo no

ios de um afeto profundo e triste. Ele gen

mbargada de emoção. "Ela o

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Erros Imperdoáveis, Dívidas Impagas
“Durante sete anos, usei minha herança para bancar minha paixão da faculdade. Eu peguei Caio Valente, um estudante genial, mas desonrado, que trabalhava como barman, e o transformei em um bilionário da Faria Lima. Morávamos juntos, e eu fui a tola que acreditou que nossa relação transacional era amor. Então, o amor de infância dele, Clara, voltou. A humilhação foi pública e rápida. Em um leilão de caridade, ele deu um lance maior que o meu por um colar de dez milhões de reais, prendendo-o no pescoço dela para que todos vissem. Naquela mesma noite, ele me salvou depois que fui drogada e quase agredida, apenas para me abandonar em um quarto de hotel porque Clara ligou com uma emergência falsa sobre a porta emperrada do chuveiro. Mas o prego final no caixão veio depois que um carro me atingiu. Enquanto eu sangrava na emergência, a enfermeira ligou para ele pedindo consentimento para minha cirurgia de emergência. Ouvi sua voz no telefone, fria e irritada. "Estou consolando minha namorada", ele disse. "O que acontecer com ela não é problema meu." A linha ficou muda. O homem que eu construí do nada tinha acabado de me deixar para morrer. Com a mão trêmula, assinei eu mesma o formulário de consentimento. Então, fiz outra ligação. "Eduardo", sussurrei para o homem que havia me pedido em casamento um ano atrás. "Sobre aquele casamento... você ainda está interessado?"”
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