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Erros Imperdoáveis, Dívidas Impagas

Capítulo 4 

Palavras: 1055    |    Lançado em: 14/08/2025

retrato - um Caio que ela nunca conhecera, cheio de amor desprotegido

a, a distância calculada que ele mantinha mesmo nos momentos mais íntimos.

versus gelo. A diferença era gritante, absoluta,

recia rarefeito. E

co de ar", ela mur

m dificuldade. Quando finalmente se sentiu calma o suficiente para voltar, Cai

Clara, sua voz escorrendo condesc

m senso de obrigação. Mas ele me ama. Ele sempre me amou. Mesmo quando eu o

sua simpatia fingida. Ela sentiu uma estranha sensação de p

nte firme. "Nosso relacionamento foi uma transação. Ele

virou p

A aceitação calma não era a reação que e

itou, e empurrou Helen

tingiu o canto afiado da moldura. Uma dor lancinante atravessou-a, e ela caiu no chão, se

m direção a elas, o rosto uma máscara de pânico. Ele passou dir

le perguntou freneticamente, procura

trêmulo para Helena. "Ela... ela destrui

se transformando em gelo. A preocupação desapa

lpas a ela"

ado. Ele nem sequer perguntou se ela estava ferida. Ele a viu no chão, s

a dizer. Não havia

raço, ela caminhou até o retrato arruinado. Com um estranho e frio desapego, ela a

lhou, o rosto contor

eceu?", ele gritou, a

heques da bolsa, rabiscou um número com seis

e. "Agora é meu. Posso fazer o que quiser com ele. E não

mbora, as costas ret

ca ouvira dele antes. "Você acha que o dinheiro pode comprar tudo? Você não pode

nos. Ele achava que o drama fabricado de Clara era genuíno. Ele a

do escapou de seus lábios. Ela não olhou para trás. Contin

da pelas lágrimas. A dor em seu coração era tão imensa, tão

m impacto aterrorizante e, e

ante, uma enfermeira, perguntando se ela tinha algum parente para quem pu

a

uma, duas, três vezes. Foi atendido e imediatamente des

e infiltrou nos

ma mulher atendeu, irritada

Cl

na Alencar sofreu um acidente grave. Precisamos

entrou na linha. O coração de Helena, que ela pensava ter parado

isse, sua voz afiada de irritação. "O qu

a fico

ncheu a sala de emergência. A enfe

ho de Helena e traçou um caminho pe

ra sua mão trêmula. Uma caneta

si mesma, querida", disse

mento, assinando sua própria vida nas mãos de estranhos. O homem que ela amara

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“Durante sete anos, usei minha herança para bancar minha paixão da faculdade. Eu peguei Caio Valente, um estudante genial, mas desonrado, que trabalhava como barman, e o transformei em um bilionário da Faria Lima. Morávamos juntos, e eu fui a tola que acreditou que nossa relação transacional era amor. Então, o amor de infância dele, Clara, voltou. A humilhação foi pública e rápida. Em um leilão de caridade, ele deu um lance maior que o meu por um colar de dez milhões de reais, prendendo-o no pescoço dela para que todos vissem. Naquela mesma noite, ele me salvou depois que fui drogada e quase agredida, apenas para me abandonar em um quarto de hotel porque Clara ligou com uma emergência falsa sobre a porta emperrada do chuveiro. Mas o prego final no caixão veio depois que um carro me atingiu. Enquanto eu sangrava na emergência, a enfermeira ligou para ele pedindo consentimento para minha cirurgia de emergência. Ouvi sua voz no telefone, fria e irritada. "Estou consolando minha namorada", ele disse. "O que acontecer com ela não é problema meu." A linha ficou muda. O homem que eu construí do nada tinha acabado de me deixar para morrer. Com a mão trêmula, assinei eu mesma o formulário de consentimento. Então, fiz outra ligação. "Eduardo", sussurrei para o homem que havia me pedido em casamento um ano atrás. "Sobre aquele casamento... você ainda está interessado?"”
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