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Oito Perdas, Uma Última Esperança

Capítulo 5 

Palavras: 779    |    Lançado em: 15/08/2025

inalidade da minha situação. Eles levaram minhas roupas, meus pertences, t

do o ar dos meus pulmões. Eu ofeguei, tremendo, enquanto um en

almar - o homem grunhiu, um sorriso cruel no r

la do que parecia

nstruções

go. Eu vomitei, a bile queimando minha garganta

da minha camisola, seus nós dos dedos roçando minha

perto. - Você acha que é boa demais para isso? Eu sei tudo

po, demorando-se de uma forma

você. Mas você está aqui agora.

seu hálito féti

ertir um pouco, hein? Eu poss

a longe de seu rosto lascivo e mãos ávidas, até minhas costas

mim - sibilei, mi

m som baix

o. Mas não finja que é uma virgenzinha

o e doloroso, sim, mas era meu. Ouvir falar disso de forma tão grosseira, por es

o me a

a ser uma víti

ma arma. As janelas eram gradeadas. Ma

cando a pesada cortina de seu varão. Em um movimento fluido, enrolei o teci

e raiva. Usei o impulso para chutá-lo com fo

arranhando o tecido ao redor de

u a gritar

sperei.

quem me colocou aqui. Ele era o monstro. Se eu ficass

As paredes eram altas, coroadas com arame farpado e uma cerca

daços por aquele arame a passar

subia. A dor era um rugido distante. Tudo em que eu conseguia pensar era n

recia, um anjo sombrio para me resgatar. Mas enquanto eu arrastava meu corpo dolorido pa

osso do meu corpo. Cambaleei pelas ruas escuras, um

nico na praça da cidade.

etáculo público. Era uma gravação minha e de Arthur, na cama. Não havia nudez, mas o áudio...

ransmitido para toda a cidade ouvir, foi a humilhação final. O

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Oito Perdas, Uma Última Esperança
Oito Perdas, Uma Última Esperança
“Oito vezes, eu senti o milagre da vida dentro de mim, uma alegria secreta compartilhada apenas com Arthur. E oito vezes, ele a tirou de mim, sussurrando que nosso amor era frágil demais. Desta nona vez, uma linha azul fraca em um teste de farmácia, prometi a mim mesma que seria diferente. Mas então, ele entrou com Giselle Alcântara, o braço possessivamente ao redor dela, anunciando que ela era a nova Sra. Rosário. Meu coração parou. Os empregados da casa a bajulavam, suas palavras me ferindo profundamente. Arthur, que um dia foi meu protetor, agora me acusava de fazer drama, de tentar deixar Giselle desconfortável. Uma onda de enjoo me atingiu, o teste de gravidez no meu bolso era um bloco de gelo. Ele se virou para Giselle, sua voz suavizando, me chamando de emotiva. Eu era apenas a tutelada, a criança pela qual ele era responsável. Mas e as promessas sussurradas, as noites em que ele me abraçou como se eu fosse tudo? Foi tudo uma mentira? O sussurro cruel de Giselle confirmou: Arthur passou uma década me fazendo apaixonar por ele, apenas para me destruir, para fazer meu pai sentir a dor de perder um filho. Ele chamou meus bebês perdidos de "erros", "pequenos acidentes indesejados". A verdade me estilhaçou. Ele me usou, um peão em sua vingança. Meu amor, minha dor, meus filhos... tudo sem sentido. Eu tinha que escapar, para proteger esta última e frágil vida.”
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