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A Pegadinha Que Destruiu o Amor

Capítulo 3 

Palavras: 667    |    Lançado em: 19/08/2025

tanta força que bateu contra a parede. Caio e

isse pra ela?

lha do soro do dorso da minha mão. Uma pontada aguda de dor s

io?", gritei, mais em

braço. "Ela cortou os pulsos. Está em choque, perdeu

m branco. "O que is

e. "Ela me contou o que você disse pra ela. Você a empurrou para isso! Você tem q

em palavras. Ele estava me culpand

tremendo de fúria. "Eu sou uma paciente aqui. Aca

saúde? Você não estava tão preocupada quando estava ameaçando uma garota frági

o dele, o homem que havia sistematicamente destruído meu mundo apenas algumas horas antes, er

cresci, no homem que pensei conhecer, se

do para uma calma ameaçadora. Ele não espe

u enquanto ele me arrastava, descalça e tonta, para fora do quarto

girando, chicoteando meu cabelo em volta do meu rosto. O helicóptero decolou com um solavanco violento, e as luzes d

Era uma clínica particular menor. Ele me empurrou para uma cadeira em uma sala

a", Caio or

do cotovelo me chocou de volta aos meus

itei, tentando puxar meu braç

u rosto aterrorizado para o furioso de Cai

ligação. O banco de sangue enviou unidades suficientes p

b as luzes fluorescentes. Por uma fração de segundo, sua testa se franziu. Vi um lampejo de algo

raco e baixo veio

io.

voz de

Caio desapareceu. Foi substituído por aquela determin

voz desprovida de qualquer emoç

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A Pegadinha Que Destruiu o Amor
A Pegadinha Que Destruiu o Amor
“O mundo voltou num clarão branco. Teto branco, lençóis brancos, o cheiro estéril de antisséptico. Minha cabeça latejava. Eu estava num hospital. Meu noivo, Caio, correu para o meu lado, o rosto vincado de preocupação. Decidi pregar uma peça, fingir que tinha amnésia. "Quem... quem é você?", sussurrei. O alívio dele evaporou, substituído por um olhar calculista. Ele me mostrou a foto de outra mulher, Helena Neves, uma estagiária na empresa da família dele. "Ela é a mulher que eu amo", ele disse, a voz vazia. "Mas você e eu vamos nos casar. Nossas famílias têm um acordo. Uma fusão de negócios. É importante demais para dar errado." Minha mente girou. O homem que eu amava estava me dizendo que nosso relacionamento inteiro era uma mentira. Senti uma onda de fúria. "Então cancele tudo", disparei. Ele agarrou meu pulso, pânico em seus olhos. "Se essa fusão não acontecer, minha família está arruinada. A Helena... ela é muito frágil. O estresse a destruiria." Minha vida, meu amor, meu futuro... tudo não passava de um efeito colateral no drama patético e egoísta dele. Eu não era nada mais que um negócio. A espirituosa e orgulhosa Alice Arruda, herdeira de um império de tecnologia, reduzida a uma moeda de troca. Mais tarde, ouvi-o ao telefone, a voz suave e terna. "Não se preocupe, Helena. Está tudo sob controle. Ela está com amnésia. Não se lembra de nada. Me amar? Claro que ela me ama. É obcecada por mim desde criança. Chega a ser patético." Meu coração se estilhaçou. Ele achava que eu era uma tola, quebrada e esquecida, que ele podia manipular. Ele estava prestes a descobrir o tamanho do seu erro.”
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