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A Pegadinha Que Destruiu o Amor

Capítulo 2 

Palavras: 844    |    Lançado em: 19/08/2025

tição da crueldade de Caio um loop constante em minha mente. Pela manhã, o choq

r tocou. E

ebi sua mensagem. O que é isso de c

de preocupação que quase m

pai", eu disse, tentando manter minha voz leve. "É melhor

ão se preocupe com a parte dos negócios. Eu cuido disso. Estou

da nossa família. A ideia de sua prese

ai. Ob

o não valia o fôlego que levaria para expô-lo. Ele era um c

, uma notificação apa

viou uma solicit

r, bloqueá-la e nunca mais pensar nela. Mas outra parte, a parte que fe

te, uma série

parecia ser um boteco de beira de estrada. Um prato de batatas fritas gordurosas estava

de rua, como ele chamava de "sem refinamento" e se recusava a

de Helena s

comigo porque sabe que é tudo que eu posso pagar. Ele d

apenas para ele torcer o nariz com desdém. Não era sobre a comida. Ele estava me treinando, me preparando para u

a um close de duas mãos, entrelaçadas. No pulso de Caio havia

feirinha em Trancoso e pensou

as tínhamos visto naquela viagem, dois anos atrás. Eu as queria,

mos melhores que isso." Ele me levou a uma joalheria H.Ste

não as queria comigo. Ele estava guardando aquele gesto si

se mudar para um apartamento minúsculo. Caio lendo para ela quando ela estava supostamente

e entorpecente. A ilusão do nosso amor estava sendo

nova mensag

isso que você ainda está se segurando? Porque n

u dos meus lábios. Ess

ta uma resposta l

, minha memória não está muito boa

nha, uma pequena revi

que ia mandar uma estagiária grudenta para lon

ceram e depois desapareceram. Um minuto de silêncio se

se arrepen

jo e confusão. O que ela poderia fazer? Ela era apenas

a tão, t

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A Pegadinha Que Destruiu o Amor
A Pegadinha Que Destruiu o Amor
“O mundo voltou num clarão branco. Teto branco, lençóis brancos, o cheiro estéril de antisséptico. Minha cabeça latejava. Eu estava num hospital. Meu noivo, Caio, correu para o meu lado, o rosto vincado de preocupação. Decidi pregar uma peça, fingir que tinha amnésia. "Quem... quem é você?", sussurrei. O alívio dele evaporou, substituído por um olhar calculista. Ele me mostrou a foto de outra mulher, Helena Neves, uma estagiária na empresa da família dele. "Ela é a mulher que eu amo", ele disse, a voz vazia. "Mas você e eu vamos nos casar. Nossas famílias têm um acordo. Uma fusão de negócios. É importante demais para dar errado." Minha mente girou. O homem que eu amava estava me dizendo que nosso relacionamento inteiro era uma mentira. Senti uma onda de fúria. "Então cancele tudo", disparei. Ele agarrou meu pulso, pânico em seus olhos. "Se essa fusão não acontecer, minha família está arruinada. A Helena... ela é muito frágil. O estresse a destruiria." Minha vida, meu amor, meu futuro... tudo não passava de um efeito colateral no drama patético e egoísta dele. Eu não era nada mais que um negócio. A espirituosa e orgulhosa Alice Arruda, herdeira de um império de tecnologia, reduzida a uma moeda de troca. Mais tarde, ouvi-o ao telefone, a voz suave e terna. "Não se preocupe, Helena. Está tudo sob controle. Ela está com amnésia. Não se lembra de nada. Me amar? Claro que ela me ama. É obcecada por mim desde criança. Chega a ser patético." Meu coração se estilhaçou. Ele achava que eu era uma tola, quebrada e esquecida, que ele podia manipular. Ele estava prestes a descobrir o tamanho do seu erro.”
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