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A Pegadinha Que Destruiu o Amor

Capítulo 6 

Palavras: 795    |    Lançado em: 19/08/2025

rou no hotel, o rosto uma nuvem de tempestade esc

deu u

bochecha ardendo, meu ouvido zumbindo. O choque foi t

o de raiva. "A Helena quase morreu. Ela poderia ter mo

e começou a me arrasta

vando?", gritei, luta

isse ele, a voz assustadoramente cal

um pequeno depósito sem janelas. O espaço era minúsculo, che

o espaço. "Você sabe que eu não posso... minha cl

terror daquela experiência nunca me deixou. Era ele quem costumava me abraçar quando eu tinha pesadel

de metal bateu, mergulhando-me na escuri

ontra minhas costelas, um pássaro frenético e selvagem preso em uma gai

embrei-me dele, meu amigo de infância, me encontrando depois que fui resgatada, seus pe

stérica escapou dos me

o outro lado da porta, abafada e distante. "É is

lavelmente. As lágrimas vieram, quentes e rápidas

xe sair! Me desculpe! Por favor!",

espondeu. "O chefe disse que é pa

ele foi?"

. Ele está no hospit

e queria vê-lo.

inha própria respiração ofegante e ao tamborilar frenético do meu coração. Eu tinha oito anos de novo, presa e ate

po fiquei lá. Pare

do na fechadura. A porta se abriu,

figuras estavam na porta. Uma era Arthu

a era

. Sua expressão, geralmente tão calorosa e amorosa, endureceu para algo que eu só tinha visto uma vez antes - no

", meu pai perguntou, a

s de uma dor que espelhava a minha. Ele gentilme

sgado saiu. Desabei nos braços do meu p

der a consciência foi a voz do meu p

erda. Sem mais informações. Sem mais apoio.

a esperando, deixando-o se enforcar, por sua causa, meu amor. Eu qu

ue Caio tinha ido, e s

dar a ele um casamento. Um que ele

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A Pegadinha Que Destruiu o Amor
A Pegadinha Que Destruiu o Amor
“O mundo voltou num clarão branco. Teto branco, lençóis brancos, o cheiro estéril de antisséptico. Minha cabeça latejava. Eu estava num hospital. Meu noivo, Caio, correu para o meu lado, o rosto vincado de preocupação. Decidi pregar uma peça, fingir que tinha amnésia. "Quem... quem é você?", sussurrei. O alívio dele evaporou, substituído por um olhar calculista. Ele me mostrou a foto de outra mulher, Helena Neves, uma estagiária na empresa da família dele. "Ela é a mulher que eu amo", ele disse, a voz vazia. "Mas você e eu vamos nos casar. Nossas famílias têm um acordo. Uma fusão de negócios. É importante demais para dar errado." Minha mente girou. O homem que eu amava estava me dizendo que nosso relacionamento inteiro era uma mentira. Senti uma onda de fúria. "Então cancele tudo", disparei. Ele agarrou meu pulso, pânico em seus olhos. "Se essa fusão não acontecer, minha família está arruinada. A Helena... ela é muito frágil. O estresse a destruiria." Minha vida, meu amor, meu futuro... tudo não passava de um efeito colateral no drama patético e egoísta dele. Eu não era nada mais que um negócio. A espirituosa e orgulhosa Alice Arruda, herdeira de um império de tecnologia, reduzida a uma moeda de troca. Mais tarde, ouvi-o ao telefone, a voz suave e terna. "Não se preocupe, Helena. Está tudo sob controle. Ela está com amnésia. Não se lembra de nada. Me amar? Claro que ela me ama. É obcecada por mim desde criança. Chega a ser patético." Meu coração se estilhaçou. Ele achava que eu era uma tola, quebrada e esquecida, que ele podia manipular. Ele estava prestes a descobrir o tamanho do seu erro.”
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