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A Pegadinha Que Destruiu o Amor

Capítulo 5 

Palavras: 734    |    Lançado em: 19/08/2025

me, mas ele o vestia com um ar de autoridade silenciosa que Ca

presença sólida um escudo. Ele gentilmente colocou a mão

. Arruda", disse ele, a

tura retornando sob seu olhar firme. Virei

s, Ar

Caio dar um passo frenético p

ante o deteve. "Caio

. Desempenhando s

o nos

escolha final. E isso me diss

em olhar para trás, joguei meu diário nela. Ele caiu com um baque s

para uma nova vida no exterior; ele estava ocupado mimando sua amante frágil e manip

rova final para o meu vestido de noiva personalizado estava agendada. O vestido. Eu passei meses desenhando-o, esboç

inha que vê-lo uma última vez. Um adeu

oom privado, brilhando sob as luzes suaves. Era ainda mais bonito do

e ninguém vai

e pingando de falsa simpati

zendo aqui?", pergu

o para o casamento que não vai acontecer." Ela olhou para mim, um sorriso zomb

Ótimo. Pode ficar com ele. Não qu

pode ficar com isso também. Um pres

desesperada. Ela realmente deu um passo em direção ao

ca. Você realmente acha que

gante. Ela agarrou o peito, o rosto ficando

tapete felpud

de alarme passou por mim. Movi-me e

longe

correndo e me empurrou, com força. Tropece

estavam ficando azuis, mas enquanto ele se inclinava sobre ela, seus olhos

se para olhar o vestido... ela s

stido cintilante. Ele passou a mão pela saia e olhou para os dedos. Estavam cobert

aram os meus, estavam chei

de propósito"

aços e saiu correndo da sala, gritan

ça em descrença. "Eu não fiz", sussurr

já tin

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A Pegadinha Que Destruiu o Amor
A Pegadinha Que Destruiu o Amor
“O mundo voltou num clarão branco. Teto branco, lençóis brancos, o cheiro estéril de antisséptico. Minha cabeça latejava. Eu estava num hospital. Meu noivo, Caio, correu para o meu lado, o rosto vincado de preocupação. Decidi pregar uma peça, fingir que tinha amnésia. "Quem... quem é você?", sussurrei. O alívio dele evaporou, substituído por um olhar calculista. Ele me mostrou a foto de outra mulher, Helena Neves, uma estagiária na empresa da família dele. "Ela é a mulher que eu amo", ele disse, a voz vazia. "Mas você e eu vamos nos casar. Nossas famílias têm um acordo. Uma fusão de negócios. É importante demais para dar errado." Minha mente girou. O homem que eu amava estava me dizendo que nosso relacionamento inteiro era uma mentira. Senti uma onda de fúria. "Então cancele tudo", disparei. Ele agarrou meu pulso, pânico em seus olhos. "Se essa fusão não acontecer, minha família está arruinada. A Helena... ela é muito frágil. O estresse a destruiria." Minha vida, meu amor, meu futuro... tudo não passava de um efeito colateral no drama patético e egoísta dele. Eu não era nada mais que um negócio. A espirituosa e orgulhosa Alice Arruda, herdeira de um império de tecnologia, reduzida a uma moeda de troca. Mais tarde, ouvi-o ao telefone, a voz suave e terna. "Não se preocupe, Helena. Está tudo sob controle. Ela está com amnésia. Não se lembra de nada. Me amar? Claro que ela me ama. É obcecada por mim desde criança. Chega a ser patético." Meu coração se estilhaçou. Ele achava que eu era uma tola, quebrada e esquecida, que ele podia manipular. Ele estava prestes a descobrir o tamanho do seu erro.”
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