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A Pegadinha Que Destruiu o Amor

Capítulo 4 

Palavras: 707    |    Lançado em: 19/08/2025

ão precisamos-", a enfer

dição dela é mais crítica que a da Alice. E se o suprimento do b

im. "A Alice causou isso. Ela pre

oque uma zombaria vil de conforto. Sua voz baixou para

, Alice. Uma lição para não

echei os olhos com força, recusando-me a olhar para seu rost

one, providenciando algumas ervas raras e caras para serem preparadas em u

lei. Apenas deixei o esgotamento tomar conta

la, e na mesa de cabeceira havia uma tigela de um líquido escu

, vesti as roupas que alguém havia deixado para mim e saí

rto no corredor, uma

li

mas não me virei. E

grito agudo eco

segurava uma tigela de sopa - uma tigela idêntica à que deixaram para mi

o correndo pelo corredor. Ele viu a cena: eu parada ali,

com tanta força que tropecei contra a parede. Ele foi direto

conteceu?", ele perguntou, exam

adindo. Eu estava cansada das mentiras, cansada do dram

, por cima do ombro de Caio, encontraram o

voz plana e morta. "Eu não vou

descendente se espalhou por seu rosto. Ele

di

á anos, cheio dos meus pensamentos mais íntimos, meus sonh

troféu. "Você está apenas confusa. Assim que ler isso, você se l

e controlar, foi a violação final. A dor era tão aguda, tão intensa, que parecia física. Mordi o lá

cheia de decepção, como se ele fosse a vítima aqui. "T

apaz de falar além do nó de

. Ar

itária cortou a tensã

uma intensidade silenciosa que parecia sugar todo o ar do c

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A Pegadinha Que Destruiu o Amor
A Pegadinha Que Destruiu o Amor
“O mundo voltou num clarão branco. Teto branco, lençóis brancos, o cheiro estéril de antisséptico. Minha cabeça latejava. Eu estava num hospital. Meu noivo, Caio, correu para o meu lado, o rosto vincado de preocupação. Decidi pregar uma peça, fingir que tinha amnésia. "Quem... quem é você?", sussurrei. O alívio dele evaporou, substituído por um olhar calculista. Ele me mostrou a foto de outra mulher, Helena Neves, uma estagiária na empresa da família dele. "Ela é a mulher que eu amo", ele disse, a voz vazia. "Mas você e eu vamos nos casar. Nossas famílias têm um acordo. Uma fusão de negócios. É importante demais para dar errado." Minha mente girou. O homem que eu amava estava me dizendo que nosso relacionamento inteiro era uma mentira. Senti uma onda de fúria. "Então cancele tudo", disparei. Ele agarrou meu pulso, pânico em seus olhos. "Se essa fusão não acontecer, minha família está arruinada. A Helena... ela é muito frágil. O estresse a destruiria." Minha vida, meu amor, meu futuro... tudo não passava de um efeito colateral no drama patético e egoísta dele. Eu não era nada mais que um negócio. A espirituosa e orgulhosa Alice Arruda, herdeira de um império de tecnologia, reduzida a uma moeda de troca. Mais tarde, ouvi-o ao telefone, a voz suave e terna. "Não se preocupe, Helena. Está tudo sob controle. Ela está com amnésia. Não se lembra de nada. Me amar? Claro que ela me ama. É obcecada por mim desde criança. Chega a ser patético." Meu coração se estilhaçou. Ele achava que eu era uma tola, quebrada e esquecida, que ele podia manipular. Ele estava prestes a descobrir o tamanho do seu erro.”
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