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A Pegadinha Que Destruiu o Amor

A Pegadinha Que Destruiu o Amor

Autor: Zhi Ning
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Capítulo 1 

Palavras: 1439    |    Lançado em: 19/08/2025

ençóis brancos, o cheiro estéril de antisséptico

cado de preocupação. Decidi pregar uma peça, fingir

s, uma estagiária na empresa da família dele. "Ela é a mulher que eu amo", ele disse, a voz vazia. "Mas você e

enti uma onda de fúria. "Então cancele tudo", disparei. Ele agarrou meu pulso, pânico em seus olhos. "Se essa

patético e egoísta dele. Eu não era nada mais que um negócio. A espirituosa e orgulho

lembra de nada. Me amar? Claro que ela me ama. É obcecada por mim desde criança. Chega a ser patético." Meu coração se estilhaçou.

ítu

o cheiro estéril de antisséptico. Minha cabeça latejava, uma dor

uma cadeira no canto.

o, seu cabelo normalmente perfeito, uma bagunça. Ele correu para o m

e", ele disse rapidamente. "Você sofreu uma queda f

a placa de gelo que fez meus esquis voarem. Lembrei-me do mundo giran

é-casamento, uma última escapada antes que a fusão de nossas duas famílias, o Grupo Arruda e a Lacerda Holdings,

ios, sem foco. Fiquei olhando

ha voz intencionalmente fr

vaporou, substituído por um lampejo de

sta franzida. "Você n

ando que ele risse, que percebesse meu blefe, que me puxasse para seus braços e me dissesse que me amav

algo que eu não conseguia identificar, algo calculista. Ele olhou para a porta, depois

sua voz de repente vazia, despro

deu um arrepio. Isso

sa. Ele me mostrou a foto de uma garota que eu nunca tinha visto antes. Ela era

o ao olhar para a foto. "Ela é estagiária na empr

ira morreu na minha garganta, sufocada

anciamento arrepiante, "vamos nos casar. Nossas famílias têm um a

sde a adolescência, o homem com quem eu estava prestes a me casar,

"Então cancele tudo", d

te surpreso, como se não espera

peti, minhas mãos apertando os lençóis e

mar uma enfermeira, para ligar para o meu pai.

arrou meu pulso. Seu aperto era

nsei que era porque ele tinha medo de me perder. Que talvez suas pala

se ele, a voz tensa.

olta,

o rosto perto do meu. "A Helena... ela é muito frágil. O estresse a destruiri

go e frio. Não era sobre mim. Nunca foi sobre mim. Ele

egoísta dele. Um gosto amargo encheu minha boca. Eu não era nada mais que um negócio. A espiritu

u pulso, um lampejo do que poderia ter sido remorso

disse ele, mais para si mesmo do que para mim. "Até as

vo charmoso e bonito novamente. Ele saiu do quarto sem

abafada pelo zumbido nos meus ouvidos. Repassei nossos anos juntos, cada risada compartilhada, cada p

lhos, mas me recusei a de

voz do corredor. El

tudo sob controle. Ela está com

laro que ela me ama. É obcecada por mi

o poderia se quebrar mais, se est

m terno que ele usara quando me mostrou a foto dela. "Vo

um lugar seguro. Ela será minha esposa, m

quentes e silenciosas. Mas não eram mais lágri

squecida, que ele podia manipular. Ele estav

u celular na mesa de cabeceira. Env

asar com o Caio. C

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A Pegadinha Que Destruiu o Amor
A Pegadinha Que Destruiu o Amor
“O mundo voltou num clarão branco. Teto branco, lençóis brancos, o cheiro estéril de antisséptico. Minha cabeça latejava. Eu estava num hospital. Meu noivo, Caio, correu para o meu lado, o rosto vincado de preocupação. Decidi pregar uma peça, fingir que tinha amnésia. "Quem... quem é você?", sussurrei. O alívio dele evaporou, substituído por um olhar calculista. Ele me mostrou a foto de outra mulher, Helena Neves, uma estagiária na empresa da família dele. "Ela é a mulher que eu amo", ele disse, a voz vazia. "Mas você e eu vamos nos casar. Nossas famílias têm um acordo. Uma fusão de negócios. É importante demais para dar errado." Minha mente girou. O homem que eu amava estava me dizendo que nosso relacionamento inteiro era uma mentira. Senti uma onda de fúria. "Então cancele tudo", disparei. Ele agarrou meu pulso, pânico em seus olhos. "Se essa fusão não acontecer, minha família está arruinada. A Helena... ela é muito frágil. O estresse a destruiria." Minha vida, meu amor, meu futuro... tudo não passava de um efeito colateral no drama patético e egoísta dele. Eu não era nada mais que um negócio. A espirituosa e orgulhosa Alice Arruda, herdeira de um império de tecnologia, reduzida a uma moeda de troca. Mais tarde, ouvi-o ao telefone, a voz suave e terna. "Não se preocupe, Helena. Está tudo sob controle. Ela está com amnésia. Não se lembra de nada. Me amar? Claro que ela me ama. É obcecada por mim desde criança. Chega a ser patético." Meu coração se estilhaçou. Ele achava que eu era uma tola, quebrada e esquecida, que ele podia manipular. Ele estava prestes a descobrir o tamanho do seu erro.”
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