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Ele não é meu pai!

Capítulo 5 Morrendo na mão

Palavras: 972    |    Lançado em: 25/09/2025

on S

da casa, mas não consegue abafar o tumulto que ferve dentro de mim. Meu coração bate descompassado, acel

ue desafia minha razão, e, principalmente, o movimento lento, calculado, quando puxa a calcinha fio dental por baixo da camisola transparente, deixando o tecido escorregar pelas pernas e jogando em mim.

, esfregando as mãos no rosto c

ia e quente. Cada respiração me lembra o toque da camisola, a curva da cintura, o perfume inebriante que g

trolar-me. Mas quanto mais tento, mais o desejo cresce, como animal faminto exig

mente incendiar-se. Aproximo o tecido do rosto novamente, cheirando mais fundo, sentindo cada nuance do perfume, mistura

no em voz baixa,

a filha do meu melhor amigo. Um laço proibido, um limite que jamais deveria atravessar. Dei minha palavra, prometi proteger, cuidar, jamais toca

lidade. Levanto-me de repente, como se o movimento pudesse expulsar o calor que me co

escurecidos, lábios entreabertos, respiração ofegante. Um homem di

dolorida. Fecho os olhos e deixo a lembrança dela me invadir sem piedade. A camisola fina colada

vai resist

spiro, cada suspiro vem carregado de frustração e desejo reprimido. Aproximo novamente a calcinha do nariz, inalando profu

ro proibido, grave, confissão que j

se eu tocasse. Fantasio o gosto da pele, o calor das curvas contra min

em esforço. Apoio a outra mão firme na pia, a cabeça baixa, como se a própria ve

inútil. O ápice me toma inteiro, explodindo em ondas intensas que me

itmo acelerado. Abro os olhos, encaro meu reflexo no espelho. Vejo

epito, voz frac

mente, desligo a torneira, mas a memória do perfume dela ainda qu

eso da consciência fosse maior que o corpo. O teto gira acima de mim. O silêncio do

, mesmo exausto, pulsa lembrança dela. Fecho os olhos, mas vem o rosto dela. Lábios entreabertos, ol

Sei que aquela noite mudou algo. Sei que não conseguirei fingir

promessa para mim mes

. Meu dever é proteg

da própria determinação. Porque, no fundo, já sei que nã

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Ele não é meu pai!
Ele não é meu pai!
“Lara Sinclair e Marlon Shert se casaram às pressas. Ela é uma jovem que aos 20 anos se vê obrigada a casar com o melhor amigo de seu pai. Ousada, de olhar desafiador, nunca aceitou nada por imposição, até o dia que o seu pai apenas a comunicou que ela se casaria com Marlon. Ele, homem maduro, marcado por cicatrizes que moldaram cada passo de sua vida. Unidos por um casamento imposto pelas circunstâncias, acreditavam que poderiam manter a relação como um acordo silencioso de honra. Mas Lara nunca soube jogar com regras. Cada gesto seu é uma provocação, cada palavra um convite proibido. Marlon, por mais que tente conter o desejo, descobre-se prisioneiro entre a promessa feita ao melhor amigo e a tentação que o consome a cada dia. O que parecia apenas uma aliança estratégica logo se transforma em um campo de batalha entre dever, paixão e segredos que insistem em vir à tona. E enquanto Lara o desafia em todas as direções, o passado de Marlon retorna como sombra, as lembranças de Mary Andersen, a herdeira milionária com quem viveu um romance tórrido e que o marcou com escolhas dolorosas demais para serem esquecidas. Desde então, ele jurara nunca mais confiar cegamente em alguém. Mas o presente também o cobra, Danuza, sua companheira de oito anos, mulher ferida e letal, ainda carrega as marcas do afastamento repentino e silencioso com que ele abandonou sua vida. Entre o peso da lealdade, o fogo do desejo e os fantasmas que nunca se foram, até onde o relacionamento entre Lara e Marlon resistirá?”