Rosto Estilhaçado, Vingança Interminável
sta: Helena
meu estômago, enviando uma onda de dor pelo meu corpo. Dobrei-m
pingando desprezo. "Não é 'meu menino'. É 'm
u juro para você, ele é meu irmão! Eu faço qualquer coisa. Eu deixo o Guilherme pa
no parque silencioso. "Você acha que eu preciso d
ofuscante. Caí de lado, meu corpo um nó de agonia. Através de uma névoa de dor, pude ver Fred e seus amigos grava
antar, rastejar em direção a João, fazer alguma coisa, qualquer coisaram instintivamente
sent
Apenas uma frieza profunda e aterrorizante q
ã
grito silencios
, não, n
nas minhas costelas, a tontura que fazia o mundo girar. Minhas mãos trêmulas foram pa
a
zando, negociando com um Deus em quem
ênc
e bateu em sincronia com o me
se
stava
e minhas roupas e minha dignidade, e
o pelo vento. A Helena que amava, esperava e suplicava por misericórdia de
era um zumbido distante, sem importância. Meus
encarei Jan
o ali a fez dar um passo para trás. O sorriso presunçoso e triu
plana. Desprovida de toda emoção. Nem pa
á falando?", ela gaguejo
ua direção. "Você
ela berrou, sua
ndo era o rosto dela, o rosto da mulher que roubou a única