Rosto Estilhaçado, Vingança Interminável
sta: Helena
minha bochecha. A dor foi aguda, imediata e ofuscante. Foi seguida por uma sensaçã
na sala. "Viu? É sua culpa", ela cantarolou, como se estivesse repreendendo uma
onia e terror. As tiras de couro cravaram mais fundo nos meus
firme enquanto arrastava a lâmina da minha têmpora até minha mandíbula. "Isso vai ci
aponto rítmico ao corte da minha pele. "A mim. Não a você. Não a mais ninguém. Teremos filhos lindos. Nosso filho terá os olhos dele." Ela
terror novo e mais profundo
pele delicada logo abaixo do meu olho. Gritei novamente, o som um gorgolejo estran
a. Eu sentia muito. Muito por não poder protegê-lo. Eu falhei com ele. Um ódio profundo e esmagador me encheu. Ódio por Janaí
a morto por causa d
der à dor e ao desespero, um zumbido ag
esta, e soltou um suspiro irritado. Ela olh
te de um silvo venenoso para um arrulho doce e melos
que o alertasse, mas a mordaça e a dor
pequenos procedimentos", ela ment
ouvir o som fraco e metáli
ncontrar assim que terminar aqui... Sim, eu levo o café..
do de seu rosto. Ela olhou para mim, seus ol
mim. Mas ele mencionou que trouxe um presente de aniversári
ngrando. O aniversário de João foi na semana passada. Ele e
as coisas. Sem batalhas de custódia complicadas." Ela inclinou a cabeça, um novo e horrível pensament
arando no meu baixo-ventre. Um sorriso
o que não. Eu serei a mãe
ior da mesa de cirurgia, seus olhos brilhando com uma ideia aterrorizante e