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O Dia em que Desapareci

Capítulo 3 

Palavras: 752    |    Lançado em: 17/11/2025

fino pert

tiam. Cada respiração

geis, seus pés descalços

gua estava chocantement

uma dor ardente

a o brinco, seus dedos

vam, alguns com pena,

ava, seu rost

brinco, su

a pingando de seu vestido, se

um brilho triunfa

air no calçamento de pedra. Ele se estilhaçou. "Oh, que de

e e se afastou n

manda um olhar br

ar. Você es

atenção para

encharcada, cong

dômen explodiu,

la, encontrou um canto escondido e

continuar. Iss

is, um retiro da emp

rçada a traba

iso doce, havia supe

eles. Continha frutos

ia disso. Ele uma vez a levara às pressas p

nto ela beliscava um pão s

a. Não ofereceu n

um endosso da cru

u. Ela sentiu a coceira familia

ou, seu coraçã

ia como um mantra. Essa dor,

a tarefa

a lá fora, granizo

ara ela. Sua v

ra a apresentação dela. Estão no antig

prédio perigoso e

uma hora", ele acresc

tava em protesto. Ela

ela

transporte público estava um

s no vento cortante

, navegou pelos corredo

ou os a

seus pulmões ardend

Heitor, cinco minutos atra

os olhos do cel

o precisamos mais deles

com a mão,

úsculo se contraindo em sua

algo dentro de

ra sair, suas p

estade, uma onda de

m guincho

, esc

quanto a escuridão a envolvia. Flocos de n

vio. Finalmente

no Sírio-Libanês q

outro paciente. Ele a r

ara o lado dela, seu r

, sangue grudado em seu cabe

eu treinamento médi

ia furioso, agravado pelo tr

r dela, rolou pelas ch

di

or Fe

voz de Davi estava crua. "É a Amanda. Ela sofreu

tão a voz cín

Moura? O que

s se abrindo com um tremor

de Heitor, uma per

u, sua expre

fracamente. Gesticulou

ele a visse assim.

a chamada, seu

ras críticas, seus sinais vitai

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O Dia em que Desapareci
O Dia em que Desapareci
“As palavras do médico selaram o destino de Amanda Rezende: câncer de ovário agressivo, estágio quatro. Consumida por uma culpa avassaladora pela morte trágica de sua melhor amiga, Lívia, anos atrás, Amanda abraçou o diagnóstico com apatia, como um fim merecido, recusando tratamento e doando seus órgãos. Sua penitência não havia acabado; o irmão de Lívia, arrasado pela dor, Heitor Ferraz, que culpava Amanda ferozmente pela morte da irmã, ainda ditava cada passo de sua vida. Ele orquestrou meticulosamente sua humilhação pública, forçando-a a trabalhos extenuantes e a suportar os jogos sádicos de sua noiva cruel, observando Amanda enfraquecer, cada grama de sofrimento uma lembrança sombria da ausência de Lívia. Amanda aceitava cada ato degradante, cada dor física, suportando tudo como uma tentativa desesperada de expiar sua implacável culpa de sobrevivente. No entanto, mesmo enquanto seu corpo falhava, a pergunta corrosiva permanecia: sua autodestruição era realmente um sacrifício por Lívia, ou apenas um tormento teatral e prolongado, orquestrado por Heitor para seu próprio e doentio encerramento? Finalmente, quebrada e desesperada, Amanda buscou a libertação final, ligando para o 190 do alto da Ponte Rio-Niterói, seu último desejo era doar seus órgãos para dar vida, mesmo quando a sua se extinguia. Mas um aliado secreto a tirou da beira do abismo, permitindo que ela forjasse a própria morte e criasse uma nova identidade, sem saber que sua "morte" levaria Heitor, consumido por sua própria culpa e dor, à beira da loucura, preparando o palco para um reencontro explosivo e imprevisto anos depois, que desafiaria tudo o que eles acreditavam sobre amor, ódio e perdão.”
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