Votos Despedaçados, Vingança de Sangue Implacável
Vista d
, uma linha reta ecoando no quarto estéril, era um som que me assombraria por toda a eternidade. Rastejei de quatro,
angústia pura e absoluta. Alcancei sua mão, sua pele fr
do-o onde quer que eu pudesse alcançar. "Você o matou! Você assassinou meu pai!" Meus golpes eram fracos, alimentados mais pelo luto
s, forçando-me a ficar de joelhos. "Chega, Alana! Você está fazendo uma cena." Sua voz era um rosnado
era inútil. Ele me mantinha cativa, assim c
usa, deixando suas palavras pesarem no ar. "Assine o termo para a Kimberly, e eu permitirei que você veja o corpo do seu pai uma última vez. Você pode o
ha âncora. Minha única família restante. Eu o odiava, odiava Kimberly, odiava a mim mesma por ter amado um monst
com gosto de cinzas na minha bo
a prancheta estava. Minhas mãos ainda tremiam, mas uma fria determinação se instalou em m
minha assinatura na parte inferior do documento, um pedaço de papel sem sentido diante de uma perda tão monumental. Estava feit
dade física. "Agora", eu disse, minha voz perigosamente suave, "quero ver meu pai.
arecesse. Uma ruga vincou sua testa. Foi um momento de fraqueza, uma pequena rachad
hado no de Cris. Seus olhos, ainda arregalados e inocentes, se voltaram para mim, depois para o termo assinado
pareceu, substituído por sua familiar máscara de controle frio. "Estou bem, meu amor. Apenas
eu lado, embalando sua cabeça em meus braços. Sua pele já estava ficando mais fria. As máquinas
a!" gritei, minha voz rouca. Ele não estava realmen
uido por dois seguranças. "Sra. Vasco
a de ajuda!" gritei,
, parecendo angustiado. "O que está acontecendo? Por que estão
ly precisa de você. Ela teve um incidente infeliz. Seu paciente aqui foi... encerra
on se arregalaram de horror. "Do que
ma leve marca vermelha visível. "A Alana... ela me atacou, do
a desesperada em direção a Kimberly, mas os segurança
le olhou para o Dr. Henderson. "Você a ouviu. A Kimberly precisa de
Dr. Henderson protestou
s finalizou, sua voz final. "Agor
desesperada para voltar para meu pai. "Não! Não toquem nele
Alana", disse Cris, sua voz desprovida d
as mal registrei. Tudo o que eu via era meu pai, sozinho naquele quarto frio, sua vida cruelmente extinta pelo homem que eu amei. Eu não deixa