Votos Despedaçados, Vingança de Sangue Implacável
Vista d
que ele usava escorregou por uma fração de segundo, revelando um lampejo de irritação genuína. Foi a ú
ndo bruscamente do chão. Meu corpo parecia uma marionete. Sem vida. Mas minh
fiar?" Ele enfiou o termo de volta na minha mão, a caneta agora pendurada inutilmente em seu cl
istória de amor distorcida. "O que isso significa, Cris?" Minha voz era um sussurro, cheia de uma calma aterrorizante. "O que mais você pode
nsiva e fria determinação em seu olhar. "Kimberly... ela me salvou uma vez. Ela estava lá quando ninguém mais estava." Ele
s, a riqueza da minha família despejada em sua empresa em dificuldades. Não significava nada. Eu era uma transação. Um degrau. Meu pai, sua morte, era um dano co
ro de xadrez para seus jogos distorcidos com sua preciosa Kimberly?" A ironia era um gosto amargo na minha boca. Eu tinha interpretado a e
olhos contendo um aviso arrepiante. "Chega.
Cris era uma ruína carbonizada. A única coisa que restava era o
e fez uma ligação. Suas palavras foram curtas, carregadas de um comando aterroriz
pai. Ele estava ordenando a remoção completa de tudo. As máquinas
a. Avancei sobre ele, arranhando seu braço, tentando
de indiferença arrepiante. "Você fez sua escol
ndo em sua direção. "Não faça isso!
m seus olhos, rapidamente substituído por um cálculo frio. "Ele
me fraca, tonta, completamente exausta. Mas um novo som perfurou o silêncio estéril. Uma linha reta. Esta, mai
de preocupação. "Cris, querido, o que aconteceu? Ouvi um grito. A Alana está... bem?" Seus olhos se voltaram para
sua cintura. "Não é nada, querida. A Alana está ape
nei, um som que não reconheci. "Você! Sua demônia!" Avancei sobre Kimberly, um animal
de choque fingido. Ela gritou, um gemido pequeno e teatral, e levou a
ara trás, batendo na parede com um baque surdo. "Alana! Que diabos há de errado com você?" Ele
mbro dele, um sorriso triunfante substituindo sua fachada chorosa.
dio contorcendo suas feições. "Tire-a daqui. Agora. E certifique-se de que ela não receba nada. Nem
u pelo quarto. Meu pai. Se foi. Para sempre. Minhas pernas cederam. Caí no chão, minhas mãos estendi