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A Vingança Fria da Esposa Estéril

Capítulo 8 

Palavras: 1501    |    Lançado em: 26/11/2025

Vista d

umental, meu corpo ainda fraco e dolorido pela doação de sangue forçada. Agarrei-me à parede, minha visão embaçada,

. Lorena. Ela estava lá, ladeada por dois guarda-costas enormes, um sorriso triunfante no rosto. E

sua voz pingando falsa preocupação. "Te

Lorena," eu disse com a voz rouca

cê perder tudo." Ela gesticulou para a caixa. "Heitor me mandou buscar isso. Ele disse que você não

ão estéril do hospital. As oito pequenas formas cor de âmbar

eu corpo enfraquecido me traiu. Tropecei, meus joelhos cedendo. Os

ovimento casual do pulso, ela chutou um dos pequenos espécimes, fazendo-o deslizar pe

ágrimas de raiva e desespero escorrendo

dando tudo... enquanto minha mãe fraca e patética mal conseguia nos alimentar. Você sempre foi a filha de ouro, a princesa. E eu sempre estive na sua s

da, apontada diretamente para o meu co

a voz tremendo de fúria contida. "Você nã

.. acidentes. Foi tudo pelo meu bebê. Meu bebê perfeito e saudável." Ela olhou para os guarda-co

ro. Ele começou a recolher os pequenos espécimes, j

da-costas, que me segurava com um aperto d

seu hálito quente em minha orelha. "E sabe de outra coisa, Helena? Aquela 'queda' que você levou no pátio? Não foi um acidente. Eu me certifiquei de que você caísse do jeito certo. Forte o

planejado isso também. O golpe

bita e horrível surgindo em mim. Não

são. Meus filhos. Meus filhos perdidos e inocentes

a voz falhando. "Por favor, não façam isso. D

ecisa seguir em frente. Você precisa esquecer. Assim como Heitor te esqueceu." Ela fez uma pausa, seus olhos se estreitando. "A menos que... a menos que você q

último resquício de dignidade. Mas meus fi

pequenas formas de âmbar, depois para o rosto zombeteir

mente, baixei a cabeça. E

vezes. Cada impacto enviava uma onda de dor pelo meu crânio, m

ossa de humilhação e desespero. "Por favor.

m o pé. "Levante-se, sua verme. Sua súplica não significa nada para mim. Seus filhos se foram. Assim como você irá. Para sempre.

Você não pode!" Lutei para me levantar, uma nova onda de força desesperada percorrendo-me.

olhos frios e mortos, simplesmente deu

rasgando minha garganta. Eu não os deixaria fa

pa, me jogando no chão. Minha cabeça bateu

novamente. Heitor. Ele estava lá, os olhos exa

rrando o estômago. "Heitor! Graças a Deus você está aqui! Ela enlouq

tava tentando roubar os... pertences pessoais

o de uma mistura arrepiante de nojo e desprezo. "Helena. O que há de errado com você? Você está realmente tão desesperada a p

destruindo os restos dos nossos filhos!" solucei

certifiquem-se de que ela nunca mais volte." Ele se virou para os guarda-costas. "Levem-na. Para a antiga prisão de água. D

esquecida, propriedade de sua família, que diziam ser um lugar

meu corpo estava fraco demais. Os guarda-costas me levantaram, arrastando-me pa

m brilho triunfante e malicioso em seus olhos. "Oh, Heitor," ela

ndo com uma promessa silenciosa. Isso

Meu corpo estava maltratado, meu espírito quebrado. Mas no fundo, uma pequena faísca de desafio tremeluzia. Eu

de uma cela fria e úmida, o som de água pingando ecoand

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