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A Garçonete É a Verdadeira Rainha da Máfia

Capítulo 2 

Palavras: 878    |    Lançado em: 26/11/2025

nca

r claustrofóbico de aço inoxidá

eimado e cascas de f

mãos tremendo - não de medo, mas de uma

pego os ci

i gentilmente

dignou a ol

e pedidos estava g

presso Martini. Es

man murmurou, despejando um coquetel pe

ios. Ela quer que

E

'incompetente',

undo, busc

ria ir

lefone e ligar para o

homens que ficariam felizes em arrancar a pe

de um resgate; eu p

com base em sen

se em provas fr

om os Bastos, eu precisava demonstr

aio se enforcasse

i o p

estava

pelo corr

a paredes forradas com um veludo que custava mai

ava me e

stava em

no gargalo do corredor, bloqu

tava s

alavras, desencostando-se da pa

eu disse, mantendo minha voz ne

pegou

s olhos caíram pa

e distinto no polegar de

uma vez. Ele chamou de

nas zomb

e eu, não é?", ela sussurr

azendo meu trab

iu, aproximando-se. "Eu vejo. Você acha que só porque

tendeu

raíram, esperando que

eu um tapa na parte

receu se f

de porcel

vente e escur

ingiu

u min

cegante - um ferro em br

ndeja escorregan

um estrondo violento que ec

ficando de um vermel

a surgir diante

minha respiração

e r

m cruel e

"Você é realmente desastrada. Acho que vou dizer ao Cai

ei par

tos dos meus olhos, mas m

sito", eu disse, minha

ando-se até que eu pudesse sentir seu perfume caro.

o correndo

a cena insta

o vidro

ade de pé

gurando minha

teceu?", Ma

, recuando em uma performance de vitimismo. "Ela

i para

caiu para

bolhas se

sa

nha qu

me deu a

disse Marcos, curvando a cabeça

minha voz baixa e pe

quer olhou

sprovida de calor. "E saia da vista dela ante

na minha mão latejando

a era aguda

a tr

r oca se espalhan

ra um ho

eger os intere

ndo aos lobos para s

o", eu disse, m

Marcos lati

rei e fu

ão c

ão c

a espinha de a

era uma m

o desre

la que

rmitiu que uma cobra e

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A Garçonete É a Verdadeira Rainha da Máfia
A Garçonete É a Verdadeira Rainha da Máfia
“Passei um ano esfregando o chão da boate do meu noivo, escondendo minha identidade como a filha do Don Supremo. Eu precisava saber se Caio Bastos era um Rei com quem valia a pena unir impérios, ou apenas uma marionete. A resposta entrou pela porta usando um vestido rosa-choque. Jade Menezes, uma civil por quem ele estava obcecado, não apenas me tratou como uma empregada; ela deliberadamente derramou um espresso fervente na minha mão porque me recusei a ser sua valet. A dor era cegante, minha pele empolou na hora. Fiz uma chamada de vídeo para o Caio, mostrando a queimadura, esperando que ele fizesse valer o código do nosso mundo. Em vez disso, ao ver seus investidores o observando, ele entrou em pânico. Ele escolheu me sacrificar para salvar as aparências. "Fica de joelhos", ele rugiu pelo alto-falante. "Peça perdão a ela. Mostre o respeito que ela merece." Ele queria que a filha do homem mais perigoso de São Paulo se ajoelhasse para a amante dele. Ele achou que estava demonstrando força. Ele não percebeu que estava olhando para uma mulher que poderia queimar seu mundo inteiro até as cinzas com um único telefonema. Eu não chorei. Eu não implorei. Apenas desliguei o telefone e tranquei as portas da cozinha. Então, disquei o único número que todos no submundo temiam. "Pai", eu disse, minha voz fria como aço. "Código Negro. Traga os papéis." "E mande os lobos."”
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