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A Noiva Indesejada Era Sua Verdadeira Salvadora

Capítulo 5 

Palavras: 806    |    Lançado em: 03/12/2025

a, mas seu fantasma a

Isabel postava tudo, registrando a es

nte segurava as sandálias de tiras dela. Ele estava desca

ar se passávamos de carro perto de um

a, rindo enquanto uma onda os perseguia na margem. Ele não p

baixo na mesa. Eu tinha acabado

a mansão dos meus

do Don. Ele estava sentado em seu escritório, entrincheirado em uma fortal

rumando rosas branc

afirmei, min

ma da armação de seus óculos d

bolsa de pesq

ão com um baque suave. "Lalan? Isso é do outro

está cancelad

o que pude ouvir o relógio d

s, dobrando-os lentame

Nós só... queremos

ando para aquele tom severo de conselheiro. "Voc

ar", eu disse, sem emo

minha mãe. E meu pai... meu pai seria forçado a escolher entre seu sangue e

ias", eu disse. "Só quer

u algo em meus olhos. Talvez tenha visto o cansaço profund

e suavemente, quebrando o personagem

irei nos calc

para o apartam

uanto eu. O marido dela era um soldado, um executor de baixo esca

ofegou no momento

dossiê. A gravidez.

ro, a boca ligeiramente ab

ela o salvou?"

im

dos ao lado do corpo. "Você o salvou! Eu estava lá, Nina! Eu dir

eu disse e

e que Isabel de Luca provavelmente estava fazendo as unha

orta", e

para o outro agora, frenética. "Ele está arruinand

eu. Mesmo que soubesse... ele ainda dormiu c

. "Eu vou matá-lo. Vou marchar até o escri

ada como um bisturi. "Você fez

a. Meu pai saberá que eu estava praticando medicina d

ágrimas brotando em seus olhos, de

mente deixá-lo acredita

oguei minha bol

. "Não quero um homem que precisa d

a, minha mão pairan

Linda. Entã

m em São Paulo que não percebe que

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A Noiva Indesejada Era Sua Verdadeira Salvadora
A Noiva Indesejada Era Sua Verdadeira Salvadora
“Eu estava vestida com vinte e cinco mil reais de renda costurada à mão quando recebi o laudo médico. Meu noivo, Dante de Rossi, o futuro Don de São Paulo, tinha engravidado outra mulher. Ele não pediu desculpas. Não implorou. Ele me olhou nos olhos e chamou aquilo de "necessidade estratégica". "Isabel salvou minha vida cinco anos atrás", ele disse, com uma frieza cortante. "Eu devo este filho a ela. Você vai criá-lo como se fosse seu. É o preço do Tratado de Paz." Ele me forçou a cancelar nossa sessão de fotos de noivado para que pudesse tirá-las com ela. Ele a levou na viagem que seria a nossa lua de mel. No jantar, ele pediu para mim o risoto de frutos do mar, esquecendo completamente da minha alergia mortal a mariscos, enquanto se preocupava com a temperatura da água de Isabel. Quando tentei ir embora, ele me encurralou. "Você é a esposa de um mafioso, Nina. Comporte-se como uma. Ela é a heroína que me salvou." Uma vontade louca de rir me subiu pela garganta. Porque cinco anos atrás, naquele beco, Isabel nem sequer estava lá. Eu era a pessoa por trás da máscara. Fui eu quem costurou sua artéria femoral e salvou sua vida, arriscando minha própria licença médica. Ele estava destruindo nosso relacionamento de vinte anos para pagar uma dívida a uma mentirosa. Eu não gritei. Eu não lutei. Eu simplesmente peguei uma caneta vermelha e caminhei até o calendário. No dia do nosso casamento, enquanto Dante esperava no altar por sua Rainha obediente, eu já estava embarcando em um voo só de ida para o outro lado do mundo. Não deixei nada para ele, exceto duas palavras rabiscadas sobre a data: "Acabou, Dante."”
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