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A Prateada: Destruída pelo Seu Alfa

Capítulo 4 

Palavras: 829    |    Lançado em: 05/12/2025

de Vis

eia. Era uma exibição de riqueza e poder, destinada a mostrar às alcateias vizinha

o o corrimão. O vento chicoteava meu c

a todo vapor. Lustres de cristal tilintava

o lado dele, não como acompanhante - isso seria óbvio demais - mas como a "organi

taça com uma colh

de Alfa projetando-se sem esforço. - Esta n

liver, vestido em um smoking

idão m

eça do menino - mostrou um potencial incrível. Esta

veludo. Era um artefato antigo, tradicional

rfão? Era uma declaração de intenção

artas. Eram as cartas de amor que Marcos havia me escrito quando ér

eiro. A chama d

a enrolar e escurecer, as promessas de "para sempre" virando cinzas. Solt

ática,

os calc

o dela se contorceu. Ossos estalaram e se remodelaram. E

nte para ser aterrorizante. Ela ficou nas patas tras

na distorcida por suas cordas vocais

e emp

. Sem a força da minha loba, eu era frá

roximando-se. Ela agarrou meu braço, suas

. A dor e

Ele tem pena de você. Você é apenas um

ê-lo com uma mentira - cuspi de vo

acertar, suas garras rasga

as escadas, ela de repe

u sobre ele, agarrando-se à

louca! Ela está t

nvés, seguido por uma

ificuldade, meu vestido rasgado. Ele v

! - el

conteceu. Ele não olhou p

ima. Ela desabou nos braços dele, voltando à form

u, enterrando o rosto no peito dele. - El

olhos brilhavam em vermelho -

erdade? -

e calmamente. -

ou. - Olhe para ela! Ela e

o em minha direção

BMET

u a Voz

és duro, minha testa batendo contra a madeira. Eu não conseguia me mover. Eu

sando a Voz em sua companheira feri

o para mim com puro nojo. - Tirem-na da minha

raram meus braços

tei. Eu n

a abaixo, olhei para trás, p

e a mim mesma. *A

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A Prateada: Destruída pelo Seu Alfa
A Prateada: Destruída pelo Seu Alfa
“Amarrada àquela mesa fria de metal no subsolo do hospital, eu implorei por misericórdia ao meu Companheiro Predestinado, o Alfa Marcos. Ele ignorou minhas lágrimas. Com uma voz desprovida de qualquer calor humano, ordenou que a médica injetasse prata líquida em minhas veias - um veneno projetado para dissolver o espírito do lobo. - Faça - comandou ele. - Se ela continuar sendo uma loba, é um risco. Como humana, ela pode ficar como uma Ômega. Eu gritei enquanto o ácido prateado corroía minha alma, cortando a conexão com minha loba. Marcos nem piscou. Ele não estava me salvando das queimaduras; ele estava limpando o caminho para sua amante, Raquel, e o filho bastardo secreto deles. Quebrada e sem loba, fui forçada a assistir enquanto ele reivindicava publicamente seu filho ilegítimo como o novo herdeiro. Ele pensou que eu era submissa. Pensou que eu desapareceria silenciosamente nos alojamentos dos servos para ser seu caso de caridade. Ele não sabia que eu havia arrombado seu cofre e encontrado os testes de DNA que provavam seus três anos de traição. Na manhã de seu casamento com Raquel, eu sorri ao entrar no carro que me levaria ao meu "exílio". Dez minutos depois, meu e-mail agendado expondo cada mentira chegou ao Conselho dos Anciãos. E enquanto Marcos caía de joelhos gritando ao ver meu veículo em chamas, percebendo que havia destruído sua Companheira Verdadeira por uma fraude, eu já estava longe.”
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