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Sete Anos da Desilusão Oculta Dele

Capítulo 3 

Palavras: 850    |    Lançado em: 05/12/2025

l de aniversário na cabeça de Léo. Ele olhou pa

perguntei, forçando um sorriso que

um momento, d

tivesse sempre comigo

e que solidificou tudo. Eu nunca esqueceria esse desejo puro e bruto. E passaria todos os dias gar

de volta, beijando o topo da cabeç

dinossauro. O nome de Heitor não foi mencionado uma única vez. Éramos apenas nós. E pela primeira vez em muito te

io celebrado sem pai. Peguei o envelope pardo grosso que havia escondido sob uma pilha de revistas velhas. Dentro estavam os papéis do divórcio, impressos com capricho, assinados pelo meu advogado,

porta da frente. Heitor f

nele. Seus olhos, cansados e sombreados, pousaram nos balões murchos, no bolo pela metade, n

o, Adriana. O baile atrasou, depois a Karina precisou de uma carona para ca

ra fino, com

Heitor. O Léo s

entira, mas eram mais

cabelo, parecendo ge

vocês dois. - Seus olhos se desviaram para os meus, um lampejo do

calma, quase desapegada. Peguei o envelope p

epois para o meu rosto, a co

ue é

ra firme. - Um acordo de dissolução de parceria, como meu

la dele e

o Léo. - Ele deu um passo mais perto, os olhos se estreitan

perfurou o silêncio. Ele olhou para baixo, a expressão a

nto, depois atendeu, a

na, o

em pânico, vazou do telef

, estourou um cano, tem água por todo lado! Minhas roupas de grif

rás cheio de irritação, instanta

Estou indo para aí. - Ele já estava na metade do cami

péis, Heitor - disse eu, minha

Ele arrancou o envelope da minha mão, rabiscou sua assinatura na

o muito, Adriana, tenho que

a porta num piscar de olhos, o som do carro a

uma despedida silenciosa e zombeteira. Ele tinha escolhido. Ele tinha escolhido Karina. Ele tinha escolhido sua vida pública cuid

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Sete Anos da Desilusão Oculta Dele
Sete Anos da Desilusão Oculta Dele
“Durante sete anos, fui a esposa secreta e a escritora fantasma do famoso autor Heitor Gusmão. Construí seu império literário com as minhas palavras, enquanto nosso casamento e nosso filho, Léo, eram mantidos escondidos para proteger sua imagem de "gênio solteiro". Então, ele começou um caso público com sua nova publicitária, Karina. Quando finalmente pedi demissão, ele tentou expulsar a mim e ao nosso filho de casa para abrir espaço para ela. A gota d'água veio no aniversário do Léo. Heitor apareceu com um bolo para "consertar as coisas". Era um bolo de manga. Ele tinha esquecido - ou nunca se importou em saber - que nosso filho tem uma alergia mortal a mangas. Ele quase matou o próprio filho por pura e egoísta negligência. Naquele momento, eu soube que tinha acabado. Peguei nosso filho, desapareci e pedi o divórcio, cortando todo e qualquer contato. Mas agora, meses depois, ele está parado do lado de fora da minha nova casa em Florianópolis, parecendo desesperado. - Eu não concordo com esse divórcio - diz ele, com a voz rouca. - E nunca vou concordar.”
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