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O Segredo do Lobo Branco: Rejeitado Pelo Alfa

Capítulo 2 

Palavras: 889    |    Lançado em: 05/12/2025

o no

e Vista

jantar era

ho quente, mas a atmosfera era mais

ro. Se tentasse sair agora, no meio da celebração, Dante me impediria fisica

eu me

o lugar reservado para crian

a, à direita do meu pai. C

om a voz espessa como xarope. - Disseram que não viam uma

e um bilhete de loteria premiado. - Uma fêmea Alpha na linha

o de Caim. - A transformação... o poder... cobra um

- murmurou Caim. Ele cortou um pe

ômago r

nunca tinha me

olhos se arregalando em falsa surpresa. - Não v

icou em

ente. Cortei o bife malpassado no meu prat

eça. - Caim estava tão preocupado comigo, ele simplesme

. Deveria ser um comando Al

rracha queimada e perfume b

os olhos. - Por que eu estaria brava? C

rveio, com a v

e que a família vem em primeiro luga

nchendo a boca de pão. - Vera f

Dante. Depo

ormalmente, quando Éris exercia dominância, eu

aiva - repeti. -

aim perguntou. - O

entendo minha

passar por Caim. El

Ela pegou um pedaço de rocambole - o tijolo seco e c

. Não podemos deixar as pessoas

a para o

ei a

te, Éris

garganta. O rosto fica

o consigo...

, a cadeira fazendo

um dedo trêmulo para mim. - O chei

rugiu, batendo

e Caim. - Ela está fazendo algo! O fedor de Ômeg

lmantes. Neutros. Não

mportava aqui. Ape

to vermelho. - Pare com isso! O que

ada - eu disse calmam

inha mãe gritou. - Chamem o

tava ordens. Caim pegou Éris no colo, olha

m em direção à ala médica, Caim

- ele rosnou -, farei você s

ra. A sala de jantar

a comida pela metade e a

e Vespa, com tom seco. *Isso foi um ef

ose de

lpha, Vera. Ela nem consegue se transformar. Ela está se dopando para

vazia onde a "Fêmea A

oder dela, a aura, a frag

inha caído na encen

e. Não lim

tinha malas para fazer. E de

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O Segredo do Lobo Branco: Rejeitado Pelo Alfa
O Segredo do Lobo Branco: Rejeitado Pelo Alfa
“Eu estava sozinha no altar de mármore, o silêncio do templo pressionando meus tímpanos. Era a minha Cerimônia de Acasalamento, mas o noivo havia desaparecido. Meu celular vibrou com uma notificação: uma transmissão ao vivo do meu companheiro, o Alpha Caim, ignorando nossa união para dar as boas-vindas à minha irmã, Éris, que voltava para casa. No vídeo, ele a segurava como se ela fosse feita de vidro frágil, com a legenda: "O verdadeiro poder reconhece o verdadeiro poder." Quando voltei para a Casa da Matilha, humilhada, não fui recebida com um pedido de desculpas. Fui recebida com um tapa na cara da minha mãe. Éris, fingindo uma poderosa "Aura de Alpha", alegou que meu simples cheiro a estava envenenando. Para "salvá-la", minha família me trancou no quarto. Mas a verdadeira traição veio quando ouvi os sussurros abafados através da porta. - Use a Vera - disse minha mãe, com uma voz assustadoramente prática. - Ela se recupera rápido. Podemos drenar o sangue dela semanalmente para a Éris. Ela pode ficar como serva para criar os filhotes de Caim e Éris. Meu sangue gelou. Eles não estavam apenas me negligenciando; planejavam me colher como gado. Eles pensavam que eu era a Ômega fraca que exilaram para o Norte anos atrás para descascar batatas. Eles não faziam ideia de que, no Norte, eu não era uma serva. Eu era a Comandante V, uma guerreira forjada no gelo e no sangue. Estiquei o braço para debaixo da cama e puxei minha mochila tática preta. - Que se dane o rocambole - sussurrei. Eu não estava apenas indo embora. Eu estava indo para a guerra.”
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