Salva pelo meu CEO impiedoso.
sido perfeito, mas assim que ela atravessou a soleira, vi seu rosto murchar. Ela levou a mão ao estern
egurando-a pelo braço, enquanto
saiu fraca. - Sinto o peito queimar, uma azia que parece fog
r aquele antiácido que o médico recomend
pisei na calçada, o ar frio da noite pareceu congelar meus pulmões. O silêncio do bairro de Na
so normal, mas cada fibra do meu corpo gritava que eu estava sendo caçada. Ouvi o som do motor roncando baixo
e, aquela maldita memória que registrava tudo, começ
eu era uma presa que sabia exata
de a iluminação era mais precária. O car
contrá-la tão tarde - a voz de Dante
aterrorizou. Não havia mais o isqueiro de prata ou o tom de brincad
comum ver carros de luxo no bairro, algum problem
ocê em uma mesa; eu quero você no topo do mundo, ao meu lado. - Ele estendeu
, sentindo o ferro frio de
- ele sussurrou, avançando rápido
ei minha bolsa de couro pesado e a acertei com toda a força diretamente no seu rosto. Ouvi o estalo da fivela co
indo um chute na sua cane
ugiu, e o som da sua v
. Entrei no primeiro beco que vi, saltando sobre caixotes e latas
aredes de tijolos, e logo ouvi o som de outras port
da apenas com meu celular e uma memória que me dizia que, se eu não encontrasse um
único número que poderia me salvar, enquanto me enfiava atr
ele atendeu, enquanto via as sombras dos ho
do meu corpo inteiro estremecer. Encolhida entre os rolos de tecido empoeiradoto ouvia o ronco do motor dele pelo alto-falante. - Eles estão entrando!
ue onde está!
cedeu e a tela se apagou, deixando-me em um silêncio absoluto e aterra
- A voz de Dante surgiu do fundo do galpão, arrastada
memória me traiu, projetando a imagem d
to. O cheiro de tabaco e sangue começou a invadir o meu esconderijo. Com um m
de Dante. Ele estava com o rosto marcado, um corte profundo
ia fugir de mim? - El
mento, a mão dele se fechou em um punho. O golpe veio como uma explosão. Senti o impacto seco contra a minh
ma coisa que vi foi o sorriso cruel de Dante
comando que ouvi antes que a