Luxúria (CONTOS ERÓTICOS)
fuso se tudo havia sido um sonho sujo. O cheiro de s.exo e o perfume de Sheila ainda estavam impregnados em seu cor
ina da camisola.Rodrigo parou. Não havia sido um sonho.Impulsionado por uma urgência animalesca, ele abaixou o shorts, o pau grosso já estava total
.da dela, passando a língua no tecido fi
iu na mão, espalhando uma saliva espessa pelo próprio pa.u para lubrificá-lo. Pux
lentidão agonizante, meteu na bu.ceta de Sheila. O tecido de seda da
peso e do pa.u grosso invadindo seu corpo, e
quadris, ditando o ritmo sem dar
da, va.dia. - el
os corpos se chocando, e o úmido das estocadas preencheram a sala. Ele podia sentir a buc.eta dela ficando mais mo
r fundo, direto no ponto que a fazia g.ozar. O prazer era su
hando. - ela conseguiu murmu
oximar com a fricção quente e apertada da buc.eta dela, ele saiu de den
Com um movimento rápido e firme, ele a virou de barriga para cima. As pernas de Sheila estavam
is dela com as duas mãos e, sem qualquer aviso ou delic
ue Sheila arqueou as costas e soltou um
tinho! - ele falou, com o
Ele a fo.dia sem piedade, concentrado em esvaziar o saco. Ela sentia o p.au grosso bater co
ma rajada de porr.a quente e espessa que a encheu, sentindo-se esvaziad
estava fixo na buc.eta da cunhada. O go.zo dele e o dela escorriam juntos pelas coxas internas de Sheila. Rodrigo saiu da