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Deixada para Arder: A Traição do Meu Marido

Capítulo 2 

Palavras: 1194    |    Lançado em: 31/12/2025

ista: Cele

ga, Maya, parecia genuinamente chocada do outro lado da linha.

, minha voz monótona, desprovida da emoção q

le, a devoção de uma década que consumiu minha juventude. Ela me viu no meu pior momen

es e charme sem esforço, seu cabelo escuro caindo perfeitamente, seus olhos intensos e cativantes. A sala vibrava com sua presença, e todas

lices com ele. Ele pausava seus argumentos brilhantes, apenas por um segundo, um sorriso gentil tocando seus lábios apenas para ela. Todos viam. To

s os seus caprichos, perdoar todas as suas transgressões. Ela era volúvel, sempre partindo o coração dele, fugindo com o

ele não

çou a ter encontros às cegas. Minha chance. Usei todas as conexões que tinha, todos os favores devidos, para

exatamente como Isabela costumava usar. Era patético, eu sabia, mas estava desesperada. Entrei, e

lavras não foram românticas. "Você me lembra dela", ele dis

ria qualquer migalha que ele oferecesse. Eu seria seu porto seguro, sua esposa p

seu coração. Ocasionalmente, ele me procurava no escuro, um toque fantasma, um breve momento de intimidade quando estava solitário ou cansado do trabalho. Eu se

sabela r

se esti

nstantes. Uma tarde, Isabela apareceu em nossa casa, sem avisar. Ela estava

endo uma taça de champanhe que ela mesma havia se servido. "Voc

minha garganta. Agarrei minha barriga. "

Heitor. O que significa que também é minha casa, sempre que eu qu

s mãos se estendendo para me firmar. "Isabela, não

um pouco de competição?" Ela então avançou, agarrando meu braç

chorando, agarrando o joelho. Ele me viu, pálida e trêm

saram em mim. Ele não perguntou. Ele n

Celeste?" Sua v

mecei, mas ele

uarto. E não sai

o nosso quarto, a dor no meu abdômen se intensificando. Tranquei a porta, me

unca

silenciosa, preenchida apenas com meus apelos desesperados e a agonia cr

ndo minhas narinas. As luzes fluorescentes no teto eram ofuscant

e parecia culpa. "Celeste", ele começou, su

oz arranhada de tanto gritar. "Que eu estava

não conseguiram salvar." Ele me entregou um cheque dobrado. "É uma q

pode compensar por um filho? Por cinco anos da minha vida? Pelo m

plosão incomum. "Eu realmente sinto muito, Celeste. Eu sei

la. Sempre Isabela. Meu filho se foi, uma parte de m

s meus sonhos desfeitos, mas pela tola ingênua que eu tinha sido. Pela mulher que desperd

ção fria e inabalável. Eu pedi o divórcio. Solicitei a transferência para o exterior. E

não tinha intenção de lamentar. Minh

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