Deixada para Arder: A Traição do Meu Marido
ista: Cele
i. Não mandei flores. Apenas fiquei em casa, arrumando o resto das minhas coisas, podando a
trêmula. "Dona Celeste, a úlcera de estômago do Sr. Heitor atacou de
tão de rosa morto. "Sinto mui
almá-lo, como fazê-lo comer. A senhora sempre fazia aquele caldo e
persuadindo-o a comer, limpando sua testa febril. A antiga Celest
se, minha voz desprovida de emoção.
alavras. Dona Elvira gaguejou: "Mas...
lavra, desliguei. Desliguei meu celular e fui para a cama, caindo em um sono profun
conselho médico e voltou para casa um dia depois. Encontre
, sua voz fraca. "Po
inabalável. "Por que eu
.. você sempre ia. Voc
eitor", afirmei simp
meu desapego. "Celeste, quero comemorar nosso aniversário de casamento. Está chegando. Sei qu
r jantares românticos, escolher presentes perfeitos. Tinha sido meu ú
, eu disse com um encolher
nas de convidados, encomendou o champanhe mais caro e contratou uma banda famosa para tocar. O evento inteiro foi um espet
ante, como Heitor era sortudo. Eu sorri, assenti e flutuei pela multidão, meu coração totalmente desengaj
aranda, buscando refúgio da pretensão sufocante. As luzes
sário do casal feliz", uma v
seus olhos. "Heitor me convidou, sabe. Ele diss
nifiquei com
ngando veneno. "Verdadeiramente feliz? Porque eu con
um sorriso frio e indiferente brincando em meus lábios
ue. Ela não esperava que eu falas
repetindo a mesma melodia triste e desesperada. Chorando por atenção de um homem que claramente
eus olhos ardendo de fúria.
i, minha voz cortando a dela. "Você nem vale a energia emocional que seria