Minha Vingança: Seu Império Desmorona
o da tinta ainda cobria minha língua, um lembrete constante da humilhação. - Você quer
u, passando a
ó um carimbo bobo. - Ele estendeu a m
sbotar, parecia se espalhar, manchando minha pele, tornando as palavras grotescas ainda mais proeminentes. Imagin
a, soltou uma risadinha que rapidam
ura artificial -, não se esqueça do baile de caridade hoje
ntaneamente. Seus olhos se iluminaram, a irritação d
o um pouco, uma fachada ensaiada de preocupação. - Alina, você deveria ir para casa
voz subindo. - Você quer que
com uma mão
spetáculo. Vá para casa. Discutiremos iss
que queimou minha alma. Ela me lançou um olhar presunçoso e triu
e doce, chegou até mim. - Eu vou cuidar muito bem do seu
me sozinha no escritório estéril e silen
gritei, minha voz rouca, ecoando na sala
apareceu novamente, seu rosto marcado
a si mesma. - Ele suspirou. - Eu te ligo mais tarde, ok? Apenas... tente ser razoáve
ada, ouvi a voz de Ca
sa. Estou com medo. E se ela
oi um murmúrio baixo,
não vou deixar ela tocar em v
cortaram como mil facas. Ele a est
Beatriz, a secretária, ergueu os olhos, s
senhora... a s
um sorr
bem, Beatr
, embora meu coração estivesse se
lhei para meu reflexo no espelho retrovisor. O carimbo vermelho me encarava d
ido que Heitor encomendou para mim. O de alta-costura. E preciso