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Minha Vingança: Seu Império Desmorona

Minha Vingança: Seu Império Desmorona

Autor: Obeíma
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Capítulo 1 

Palavras: 1321    |    Lançado em: 04/01/2026

e. Estampado no meu rosto, em letras vermelhas e garrafais, lia-

judei a construir, não me defendeu. Ele chamou aquilo de uma

Depois, ele deu a ela meu vestido de aniversário, fe

la anunciou que estava

samento, em vez da memória do filho que perdemos juntos. O olhar que ele lhe deu, che

traram. Na reunião seguinte do conselho, observei o sangue sum

disse, empurrando uma caneta pela mesa. -

ítu

das janelas do arranha-céu na Faria Lima mal aquecia o ambiente. Uma dor surda latejava

a. Havia uma textura áspera, em

z forte e engasguei. Estampado bem no meu rosto, da têmpora à mand

carimbo de brincadeira que Heitor mantinha em sua

ao mundo dos vivos! - uma vo

inho brincando em seus lábios. Seus olhos, geralmen

o-se no carimbo grotesco. - O Heitor achou uma ideia brilhante.

ou. Meu estôma

rrei, as palavras

s. - Por que eu faria uma coisa dessas? Eu apen

seus olhos

ido, esperando por ele como um cachorrinho abandonado. Você não tem vida?

, essa estagiária que eu pessoalmente mentorei,

ngrata - rosn

som ecoou no escritório silencioso. A cabeça dela virou par

golpe, uma mão forte agarrou

fazendo? - A voz de Heitor, carregada d

la. Seus olhos, geralmente tão quentes e

gredi-la! - ele rugiu, o olhar fixo

o-a. Defendendo a mulher que acabara de me hu

osto! - gaguejei, apontando

o demais afagando o rosto de Carla, seu pole

z baixando para um tom condescendente. - Uma brinca

"? Meu olhar caiu na manga da camisa de Heitor. Um perfume floral, doce

. Disse que estava trabalhando até

esse? - perguntei, mi

sadinha, um som

de café em mim mais cedo, enquanto a gente estava, s

ilhando com um prazer malicioso. Ela o estava ma

uave e indulgente qu

e tão ansiosa para aprender, tão dedicada. Diferente de al

elogiar meu apoio incansável, minha fé inabalável

e conforto, enquanto as conexões da minha família discretamente abriam seu c

o sua ambição se transf

girou. A imagem de Heitor, rindo com Carla, defen

ária, uma jovem chamada Beatriz, estava parada ali, com os olho

lhar saltando do meu rosto carimbad

Alina Vasconcelos, a herdeira elegante e composta que se cas

nte se transformou em um suspiro horrorizado quando seus

assustada de Beatriz. Pairava pesado, denso de julgamento não dito e humilhação. Carla, apr

carimbo. Seus olhos se estreitaram, não em c

tensa. Não era um pedido, era uma ordem, dada com a imp

aram, enchendo-se de lágrima

iúmes de nós, do que a gente tem! - Ela enterrou o rosto no peito de Heitor, seus ombro

do em direção à porta, a

lcançou, sua voz suavizando, um contraste gritante com o tom áspero que usara c

ara mim, o olh

é o meu escritório. E a Carla é minha estagi

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