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Renascida para a Ruína: A Vingança da Rainha da Máfia

Capítulo 3 

Palavras: 637    |    Lançado em: 04/01/2026

fina

para um nada impiedoso. O calor tremeluzia no asf

nte. Ele dirigia, uma mão casual no volante, a outra d

tomamos três cassinos rivais e desmantelamos uma rede d

r no jeito que seus olhos me seguiam quando eu atravessava uma sala, no jeito

", disse Dante, sua vo

nsando",

re o

o ati

olhando de soslaio pa

Castilho, assassinado na Rodovia Presidente Dutra, cinco quilômetros após a divisa.* Um único tiro na ca

o", eu disse, m

amos atrasados para a reunião com o C

ando!", gritei. "En

ou violentamente e pisou no freio. O SUV pesado derrapou até parar no acost

rando-se para mim. Seu rosto estava

a!", g

e joguei sobre o console central, derrubando-o. Meu corpo cobri

tilhaçou um i

quente e lancinante explodir no meu ombro esquerd

eteou na lataria

ão do carro, seu corpo agora cobrindo o meu, um escudo hum

ordenou. Sua vo

e rolou para o asfalto. Ouvi trê

rria pela minha blusa branca, qu

para o sangue em minhas mãos. Seu rosto ficou pálido, uma ex

le. Não era uma pergunta; era

tes cerrados, lutando contra a tontu

e em seus braços como se eu não pesasse nada. Ele não olho

ntou, a voz rouca. "P

zer o mundo girar. "Eu preciso de você viv

a a minha. Sua pele queimava

s palavras vibrando através de mim. "Está me ouvindo? Voc

antes que a esc

e era o plano

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Renascida para a Ruína: A Vingança da Rainha da Máfia
Renascida para a Ruína: A Vingança da Rainha da Máfia
“Passei vinte e um anos tentando ser a Princesa da Máfia perfeita, tratando minha meia-irmã ilegítima, Mila, com nada além de gentileza. Essa bondade foi exatamente o que me matou. Meu marido, Lucas, não me levou para uma lua de mel. Ele me arrastou para o porão à prova de som da nossa mansão. Mila também estava lá. Não para me ajudar, mas para se vangloriar. Ela riu enquanto admitia ter envenenado nossa mãe com arsênico, observando com alegria doentia enquanto Lucas aproximava uma faca serrilhada do meu peito. "Você sempre foi boazinha demais, Sera", ele debochou, rasgando minha pele enquanto eu implorava por misericórdia. Eu morri naquela sala fria e escura, engasgando com meu próprio sangue e com o gosto amargo da traição. Mas eu não continuei morta. Acordei ofegante, agarrando um peito que estava liso e sem cicatrizes. O calendário na minha mesa de cabeceira marcava 12 de maio de 2018. Cinco anos atrás. A mesma manhã em que eu deveria assinar o contrato de casamento que selaria meu destino. Olhei para o papel sobre a penteadeira. Na minha vida passada, eu o assinei com a mão trêmula. Desta vez, abri meu Zippo de prata e observei as chamas devorarem o nome de Lucas. Eu não fiz uma mala com vestidos. Fiz uma mala com uma pistola e uma pilha de dinheiro. Eu estava indo para o Rio de Janeiro. Havia apenas um homem perigoso o suficiente para me ajudar a destruir as famílias de São Paulo. Entrei no clube de luta clandestino, cruzei o olhar com o homem mais letal da sala e sorri. "Dante Castilho", eu disse. "Estou aqui para fazer de você um Rei."”
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