Renascida para a Ruína: A Vingança da Rainha da Máfia
fina
co
to da rodovia, minha vida se esvaindo nos braços desesperados de Dant
Eu era a Rainha do Rio de Janeiro. E Dante e
nte parecia letal em um smoking feito sob medida, sua presença sombria preenchendo o pequeno espaço e sugando o ar dele. Eu usava um v
m trovão baixo. Ele passou a mão pelas minhas c
a por uma vida i
vador se abriram
de São Paulo. O Baile da Ascensão. Naquela noite, as f
Chefe seria Lucas Veig
ala ficou mortalmente silenciosa. Ondas de sussur
el
rota m
ugiti
olhar cortando o barulho. Eu
is arrogante. Ele estava no centro das atençõ
idículo nela - inocente demais, puro demais para a podridão em sua alma. Ela
e abriu para nós como o Mar Vermelho. Eles se
e morreu quando me viu. Ele piscou,
a?", ele
oz era suave, firme, não traind
icou até seus nós dos dedos ficarem brancos. "Voc
ios se curvando em um sorriso f
se apresentou. Não precisava. Sua r
do com arrogância. Ele debochou. "Então, a vadi
nte silenciosa. Até a
nte. Ela sempre me odiou. Ela ajudou a espalhar os rumores de que eu era ment
ela cuspiu, seu rosto se contorcendo em nojo. "Vo
um tapa. O som ecoou como
cilei. Lentamente, virei minha
se contraírem, prontos para quebrar o pescoço d
", sussurr
te. Eu sorri. Era um so
disse suavemente. "Você acabou
daqui. Guardas! Levem esse lixo para o porão.
estavam sorrindo. Eles se lembravam do porão. Eles se lembrav
i. Apenas olh
a eles",