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Renascida para a Ruína: A Vingança da Rainha da Máfia

Capítulo 2 

Palavras: 697    |    Lançado em: 04/01/2026

fina

na escuridão do asfalto. Cheirava a desespero, per

imedia

Ela havia sido banida para cá anos atrás pelo meu pai - uma sentença p

lhos eram afiados, avaliadores. Ela não parecia uma mulher qu

cabou de queimar uma igreja, Serafina", d

rigi. "Preciso de um trabalho,

uma Monteiro. Você é frágil. Você foi fei

ha bolsa e a coloquei sobre a mesa. O metal enco

ágil", eu diss

u a me olhar. Um sorriso lento se

veria conhecer

sado de suor e agressão. O som das máquinas caça-níqueis desapareceu, substituído pe

de luta c

te com o dobro do seu tamanho. Ele se movia com uma graça letal, eficiente

cotovelo na têmpora do outro homem. O estalo e

ubindo e descendo levemente. Ele estava cob

e Sofia. "A Ovelha Negra. O hom

m poços escuros e sem fim. Ele não desviou o olhar. Ele não sorriu. Ele me olhou como s

a que um assistente lhe ofereceu. Ele caminhou direto até nós. De per

Sofia, embora seu olhar perman

eiro", respond

vão subterrâneo que vibrou no meu peito. "Ouvi dizer que você d

eceu", e

nso sobre mim, usando seu taman

oçar os nós dos dedos na minha bochecha. Seu toque era áspero, calej

has na pele sensível do interior de seu braço, com

a semana que vem. Sei que o federal na sua folha de pagamento virou

eu, substituída pelo foco de um predador. Ele não afastou

a mim, Serafina, eu mesmo vou

mentindo", sus

ando para me olhar. "Ent

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Renascida para a Ruína: A Vingança da Rainha da Máfia
Renascida para a Ruína: A Vingança da Rainha da Máfia
“Passei vinte e um anos tentando ser a Princesa da Máfia perfeita, tratando minha meia-irmã ilegítima, Mila, com nada além de gentileza. Essa bondade foi exatamente o que me matou. Meu marido, Lucas, não me levou para uma lua de mel. Ele me arrastou para o porão à prova de som da nossa mansão. Mila também estava lá. Não para me ajudar, mas para se vangloriar. Ela riu enquanto admitia ter envenenado nossa mãe com arsênico, observando com alegria doentia enquanto Lucas aproximava uma faca serrilhada do meu peito. "Você sempre foi boazinha demais, Sera", ele debochou, rasgando minha pele enquanto eu implorava por misericórdia. Eu morri naquela sala fria e escura, engasgando com meu próprio sangue e com o gosto amargo da traição. Mas eu não continuei morta. Acordei ofegante, agarrando um peito que estava liso e sem cicatrizes. O calendário na minha mesa de cabeceira marcava 12 de maio de 2018. Cinco anos atrás. A mesma manhã em que eu deveria assinar o contrato de casamento que selaria meu destino. Olhei para o papel sobre a penteadeira. Na minha vida passada, eu o assinei com a mão trêmula. Desta vez, abri meu Zippo de prata e observei as chamas devorarem o nome de Lucas. Eu não fiz uma mala com vestidos. Fiz uma mala com uma pistola e uma pilha de dinheiro. Eu estava indo para o Rio de Janeiro. Havia apenas um homem perigoso o suficiente para me ajudar a destruir as famílias de São Paulo. Entrei no clube de luta clandestino, cruzei o olhar com o homem mais letal da sala e sorri. "Dante Castilho", eu disse. "Estou aqui para fazer de você um Rei."”
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