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Meu Alfa me Envenenou: O Retorno da Luna

Meu Alfa me Envenenou: O Retorno da Luna

Autor: Aria
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Capítulo 1 

Palavras: 1468    |    Lançado em: 04/01/2026

e Prata. Uma Luna que nunca se transformava, uma espo

no meu trigésimo aniversário, descobri que

entira sobre trabalho. Em vez disso, eu o vi bancando o pai para uma crianç

meu próprio pai eco

spertar, ela vai destruir todos nós. É m

estinado, não me defendeu. El

cabar com o serviço durante os fogos de artifício hoje à

ue eles me forçaram a engolir não era uma cura. Era

ca; estavam me matando porque eu e

minha tristeza se transforman

ia e peguei o microfone p

am um funera

s a lhes dar uma

ítu

e Vista

uras no gesso acima da cama. Era tam

to anos. A dor dos ossos quebrando e se realinhando deveria ser um rito de passagem, uma boas-vinda

enas Alina. A Luna sem loba. A ve

ao se abrir. Sentei-me, puxando

tido em seu terno de grife, impecáv

cretado. Mas sem minha loba, o laço parecia unilateral. Co

rsário, Alin

era seco. P

lhos, desesperada pela faísca, pela corrente elétrica q

senti nada além de

o, eu

hei

ho e chuva. Mas hoje, por baixo

Apodrecend

m fio. "Pensei que... pensei que poderíamos ir à

ravata no espelh

com as alcateias do Norte estão intensas. Não posso ficar

o com o tipo de olhar que se dá a u

tos de fadas e mais em seus deveres como anf

u melhor, Iva

é um herdeiro, é

Vou chegar tarde hoje à

m um clique, me deixando no si

om ânsia de vômito, minhas articulações doendo como se eu tivesse oitenta anos em vez de

. Eu precisava de café. Preci

. Era Debi, minha advogada e a única amiga que me

i", sua voz estalou pe

gada,

har. O Alfa está

nteira", eu disse,

s licenças hoje de manhã. Os representantes do Norte nem cheg

ocê está

everia ir ao escritório d

atendo um ritmo frenétic

seguranças mal olharam para mim. Por

, a secretária de Ivan, uma Be

... não estávamo

u marido, Sar

uma reunião. Fora do escr

otei o brilho característico em seus o

stá aqui.

, meio coberto por um arq

e

renegada que tentou me matar cinco anos atrás. Meus pais

res e corri de vol

o das artes. Estacionei na rua

eto blindado com o brasão d

o do m

ei-me sorrateiramente da enor

Através das janelas que ia

. Minha mãe,

Ki

parecia uma renegada exila

ntecendo no centro da sa

corria ao redor de uma escultura.

o os braços. O menino c

apai Alfa!", o

. A expressão no rosto de

disparou em mim, aguçando meus sentido

do meu pai ribombou. "Um

ra ronronou, entrelaçando seu braç

o champanhe. "Não podemos continuar fingindo que Alina s

oi um som f

os que minha contagem de esperma está baixa, um trágico efeito colateral do e

de morte. Aquele coquetel de acônito que você tem

meu amor", I

oba Branca dela despertar, ela vai destruir todos nós. É melhor que

eslizei pela parede de

me traindo. Estavam me

ra nossa espécie. Eles estavam

elular. Uma mensag

tão se arrastando. Sinto muito. Vou compen

vidro. Ivan estav

ro de mim

nferrujada se quebrando

te-

a antiga

para o meu ca

ecia no retrovisor, meus o

, minhas íris não eram do

ras, aterrorizan

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Meu Alfa me Envenenou: O Retorno da Luna
Meu Alfa me Envenenou: O Retorno da Luna
“Por doze anos, eu fui a vergonha da Alcateia da Lua de Prata. Uma Luna que nunca se transformava, uma esposa estéril que não podia dar um herdeiro ao Alfa Ivan. Eu achava que meu corpo estava quebrado. Mas no meu trigésimo aniversário, descobri que não estava doente. Estava sendo assassinada. Segui Ivan até uma galeria de arte em Pinheiros, esperando pegá-lo em uma mentira sobre trabalho. Em vez disso, eu o vi bancando o pai para uma criança que não era minha, enquanto sua amante observava com um sorriso vitorioso. Então, ouvi a voz do meu próprio pai ecoando pelo vidro fino. "Se aquele sangue de Loba Branca dela despertar, ela vai destruir todos nós. É melhor que morra como uma Ômega doentia." Meu marido, meu Companheiro Destinado, não me defendeu. Ele apenas olhou para o relógio. "Ela já tem cheiro de morte. O acônito no chá dela vai acabar com o serviço durante os fogos de artifício hoje à noite. Então, finalmente poderemos nos livrar da mula." Meus joelhos cederam. Por cinco anos, o "remédio" que eles me forçaram a engolir não era uma cura. Era um veneno, criado para suprimir meu poder Supremo. Eles não me odiavam por eu ser fraca; estavam me matando porque eu era mais forte que todos eles juntos. Dirigi de volta para a mansão, minha tristeza se transformando em um ódio frio como o aço. Derramei o chá letal na pia e peguei o microfone para a Reunião da Alcateia. Eles esperavam um funeral esta noite. Eu estava prestes a lhes dar uma execução pública.”
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