O sorriso do fantasma
a bem demais para
dele. Aquilo incomodava Andrius mais do que deveria. Ele não gostava de distrações. Não gostava de como Tomas estava ali, preen
tensão crescente que
ando cometeu um erro. Era algo pequeno, um deslize de iniciante, mas Andrius não
m um som seco, fazendo a sal
tante. Os olhos frios se cravaram em T
. As alunas que antes suspiravam
ros ridículos para os alunos. O mínimo que se espera de um auxiliar de classe é que sa
io foi a
r a boca para se justificar, mas nada saiu. Ele engoliu em seco, sent
mente abaixou a cabeça. Sem dizer nada, virou-se e saiu ap
humilhação queimava dentro dele. Não esperava que Andrius
dificuldade. Seus olhos estavam marejados, mas ele se recusava a
To
veio d
ofessor de química, um homem de trinta e poucos anos, de feições gentis e olhar obser
tou, franzindo a testa ao ver
tentou disfarçar,
ruzou o
rece ser
na pia. O nó em sua ga
fessor Andr
. Lucas suspirou e encostou-se
r insuportável. Muitos professores novos de
rmurou, finalmente admitindo. - Só porque errei um
jovem por um mome
e exigente, mas não acho que
u para ele
mo a
deu de
m com certas emoções. Talvez o problema não sej
ranziu
afeto
nas sorri
Você vai enten
zinho no banheiro, confuso