O sorriso do fantasma
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água escorrer pelos dedos antes de levar as mãos ao rosto. A celebração do noivado havia sido perfeita. Pelo menos, era o que todos diziam. Olivia brilhav
o o inc
rme da mandíbula, mas não era isso que o deixava inquieto. Era a sensação de que algo est
a lembr
otado. O calor dos corpos dançando, risadas, o ch
ara um canto mais escuro, longe dos olhares curiosos. "Me escuta," disse, segurando os d
isada que dera na épo
fina e macia. Segurou o pulso de Andrius com delicadeza, como se tocasse
o dentro dos olhos dele. "Promete que, não
, Tom o
o se estivesse acontecendo ali, naquele instante. Sentiu o gost
mundo
om de seus braços
orpo irreconhecível. A fita roxa, suja de sangue, ainda am
undo, mas não conseguiu conter as lágrimas que começaram a rolar si
anel de noivado brilhava em seu dedo, o sí
us sabia
te, àquela promessa, àquela fita roxa. E
ao aroma amadeirado dos móveis antigos, dando ao ambiente um ar de seriedade e tradição. Andrius estava sentado à mesa, revisando ano
ar aquela sensação estranha. Havia algo no
a porta
o para ignorar quem quer que fosse. Mas quan
mpo
ver um
de quem pisa em território desconhecido. Os cabelos castanhos levemente ondulados caíam sobre a testa, e havia algo nele – na ma
Não, não
stava
eram perturbadoras. O mesmo tipo físico. O mesmo jeito de morder levemente o l
silêncio. Ele olhava para Andrius, hesitan
sentindo o peito apertar. A me