Ele Fingiu Amnésia Para Quebrar Nossos Votos
Vista: La
oeira e borracha queimada
do e perfurante que abafava a chuva
esmagando minhas costelas. Meu braço esquerdo estava dobrado em um ângulo que me deixava enjoa
au
recia distante, f
cê consegu
nçavam na minha visão. Através do para-brisa em
it
anestesiando momentaneamente a dor. Ele não quis dizer o que d
inha garganta parecia c
estava olhando para mim. Ele estava olhando
meu pescoço. A alguns metros de distância, outro carro e
de Júlia
pela minha janela. Nem sequer parou. Não ol
rrei. A dor no meu braço e
o com um rugido de adrenalina. Ele puxou Júlia para fora. Ela estava chorando, a
lamentou. "Heitor
egada de pânico. Pânico real. O tipo que ele nunca demon
raços, beijando seus ca
ou um dedo trêmulo na
Por um segundo, nosso
ação. Apenas irritação. Como se eu fosse uma mancha em
Heitor, alto o suficiente para eu
deu as
das da minha visão. A dor era de
entr
m brancas. O cheiro forte de a
disse uma voz.
a
obilizava meu braço esquerdo. Minha cabe
us olhos estavam vermelhos. "Você teve uma concussão e
apou antes que eu pudesse impedi
eceu como pedra. "Ele
e mach
suíte VIP no último andar. Com *ela*. Aparentemente
oltou, fria e nítida. *P
omo chumbo no meu peito. Lágrimas brotaram
ngelou.
e estava falando com o Léo. Ele
brancos. "Aquele filho da puta. Eu te disse. Eu te avis
nto, a por
nza. Eu o reconheci instantaneamente. Dr
r contato visual. Ele colocou uma pasta
o Heitor?",
ente. "Ele sofreu um trauma de memória significativo devi
ro. Ele estava rea
não é?", desafiou Malu, colocando-se
untos enquanto ele se recupera. Como a senhorita não é legalmente d
sofreu um acidente envolve
o de calor. "Como o Sr. Lacerda não tem memória do
asta com um de
ntrato de aluguel está no nome do Sr. Lacerda. A senhor
, gritou Malu. "Ela acabo
repetiu Monteiro. Ele vir
arei a
abeça girava. Meu coração estava e
cabado de me jogar fora como l